Arquivos do Blog

#dasbancas: Coca-Cola e Harley-Davidson compartilham experiência com neuromarketing

Por trás de todo consumidor há um ser humano. E é partindo dessa premissa que o neuromarketing atua e revela as ansiedades e os comportamentos do indivíduo impactado por milhares de campanhas e comunicações. O assunto ganhou a reportagem de capa da revista Wide de julho/agosto e traz duas marcas de peso para discutir a questão: Coca-Cola e Harley-Davidson.

De uma forma geral, o neuromarketing está baseado em estudos e pesquisas sociológicos e comportamentais que avaliam constantemente os desejos e mudanças das pessoas.

Jürgen Klaric, um dos especialistas no assunto ouvidos pela publicação, aponta que o primeiro passo para se fazer bom uso do neuromarketing é estudar o cliente desde sua base – de onde ele vem e para onde ele vai – promovendo a criação de produtos e serviços que o atendam nessa trajetória.

Nessa linha de raciocínio, a Coca-Cola está muito alinhada com Klaric. A diretora de marketing da marca contou que os diversos tamanhos de embalagem da Coca-Cola são frutos de muita pesquisa para atender os diferentes momentos em que o consumidor consome o produto: com amigos, família, sozinho, em trânsito…

A Harley-Davidson vai além e promove experiências aos seus seguidores a partir de eventos ao ar livre e encontros que congregam uma verdadeira comunidade de apaixonados pela marca. E é a partir deles que novos insights aparecem e produtos e serviços são adequados ou lançados no mercado.

As duas marcas confirmaram que o neuromarketing trata, basicamente, de trabalhar o emocional do cliente, estimulando consumidores a reagirem e participarem da conversa e do processo criativo. Sem esquecer que o cérebro procura e aprecia o tangível.

Leia também: 

#indico: livro baseado na maior pesquisa de neuromarketing

Veja outras dicas da seção #dasbancas

#dasbancas: revista discute assuntos estratégicos como design, qr code e flash

Para quem busca estratégia nas mais diversas plataformas e na maneira de se fazer comunicação, a dica é ler a edição de maio e junho da revista Wide. Logo na reportagem de capa, “Design estratégico”, a publicação traz dicas e práticas que ajudam a divulgar melhor um produto ou serviço de forma focada no público-alvo.

Segundo os profissionais ouvidos pela Wide, o design estratégico requer olhar analítico e projetivo, facilidade na compreensão de tendências de mercado e pensamento amplo no que diz respeito ao ponto de venda e embalagem, por exemplo. As vantagens são:

  • Maior empatia com o mercado;
  • Maior diferenciação;
  • Maior criatividade;
  • Visão de longo prazo;
  • Crescimento do espectro do que se faz;
  • Aumento da rentabilidade;
  • Redução de custos;
  • Maior visibilidade.

Como produzir design estratégico? Os especialistas entrevistados pela publicação indicam que todo profissional deve ser um observador do mundo, estar próximo do consumidor para entender seu comportamento, pensar sistematicamente e planejar em médio e longo prazos.

Além do design, a Wide traz uma visão de ações planejadas usando o QR Code. Entre os benefícios estão a interatividade, o desdobramento de campanhas e a praticidade para o consumidor em aderir a um anúncio.

Outros dois temas que valem a leitura são discussões pertinentes para quem trabalha marketing digital: a fan page pode substituir um site convencional? Qual é o futuro do Flash? As respostas para essas duas questões podem ser encontradas na revista. Ou se você preferir, participe desse post e nos escreva sua opinião nos comentários abaixo.

Veja outras dicas da seção #dasbancas

#dasbancas: como inovar e fazer sorteios pelas mídias sociais são temas da revista Wide

Há muitas empresas brasileiras inovando por aí. E não é preciso ser uma multinacional para ter cases de sucesso em inovação. Assim demonstra a revista Wide de março/abril, que traz em sua reportagem de capa um especial sobre essa tendência nacional.

O artigo traz uma compilação de argumentos que reforçam a ideia de que o Brasil é, sim, um país propício para inovação: alto crescimento econômico, liberdade política e desigualdade social em baixa. Há cases inspiradores de empresas como Coca-Cola, Samsung, Tecnisa e Sony. No entanto, o que mais vale destacar dessa reportagem são as atitudes básicas que qualquer empresa ou empreendedor pode tomar para começar a inovar, segundo o especialista em gestão Rowan Gibson. A saber:

  • Tempo e espaço – é preciso conceder certa liberdade para que colaboradores ou mesmo parceiros pensem em novas ideias. Um exemplo citado por Gibson é a Google, que concede um determinado período do dia para que seus colaboradores relaxem e tenham novas ideias;
  • Diversidade – não adianta as pessoas pensarem da mesma maneira. Onde há diversidade de pensamento, há maior probabilidade de inovação;
  • Conexão – empresas que querem inovar precisam estar atentas aos seus times e sempre promover a conexão de pessoas e o networking;
  • Insights – como esse item é mais complicado, Rowan Gibson acredita que as empresas precisam fomentar que seus colaboradores verbalizem suas ideias por mais absurdas que elas pareçam. Assim, novas formas de fazer negócio ou criar produtos e serviços surgirão.

A Wide desse bimestre ainda conta com uma reportagem bem bacana sobre o uso das mídias sociais para fazer concursos e sorteios de brindes, promovendo uma marca na web. Segundo a publicação, as empresas ganham investindo nesse tipo de promoção:

  • maior audiência, interação e participação em seus perfis nas mídias sociais;
  • maior alcance de sua comunicação por meio de compartilhamentos;
  • fixação da marca em caso de brindes da própria empresa;
  • fidelização de participantes que se identificarem com esse tipo de sorteio ou concurso.

Outro tema de destaque da revista é a importância do teste A/B. Para quem trabalha em e-commerce, essa reportagem vem em boa hora, pois trata de como fazer uso dessa técnica para aumentar a conversão em vendas. Nada de “achismo”! Há técnicas que aprimoram a usabilidade de um site e melhoram sua performance em vendas.

Veja outras dicas da seção #dasbancas

#dasbancas: conversão, redes sociais e responsive web design na Wide

Os sites de e-commerce com maior taxa de conversão, o planejamento para quem cuida de redes sociais e o conceito responsive web design. Esses são três destaques da revista Wide de janeiro/fevereiro 2012 que merecem a sua atenção. Eis os motivos:

A reportagem de capa (“Quem vende mais?”) oferece bons exemplos de sites de e-commerce que têm a maior taxa de conversão e ainda discute quatro fundamentos para lojas virtuais bem-sucedidas. Leia-se: planejamento do negócio, escolha do melhor nicho, usabilidade do site, plano de marketing.

“Use e abuse das fotos e vídeos. No comércio eletrônico, os clientes compram a imagem de um produto”, recomenda o consultor de vendas Rafael Campos à publicação.

A responsabilidade de quem administra as redes sociais de uma marca/empresa tem aumentado cada vez mais. E saber planejar e executar um plano de sucesso é fundamental. A reportagem “Mídias sociais sob sua responsabilidade” discute essa questão e procura responder dúvidas como “por onde começar?”, “quais as melhores estratégias?” e “copiar o que dá certo, vale a pena?”. Duas grandes reflexões desse artigo são o mapeamento de hubs sociais e a imersão do profissional de mídias sociais na cultura da empresa.

Por fim, se você não conhece o conceito de responsive web design, vá até a página 24 e desvende como muitos designers estão pensando sites para as mais diversas plataformas. Segundo a Wide, “responsive web design é, basicamente, um site responder ao dispositivo pelo qual ele está sendo acessado.” A publicação apresenta soluções inspiradoras e ainda aponta as seguintes regras desse novo conceito: foco no conteúdo, mobile first, grid flexível, imagens flexíveis e media queries.

A revista traz outros assuntos bem pertinentes para quem gosta de marketing, design e internet. #ficaadica

%d bloggers like this: