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#video: crianças ajudam adultos a usar o Windows 8 em ação promocional

Usuários do Google+ estão mais satisfeitos que facebookers, aponta pesquisa

O Facebook ultrapassa 900 milhões de usuários no mundo, mas sua satisfação junto aos curtidores já não é a mesma. Assim aponta uma pesquisa da American Customer Satisfaction Index publicada recentemente. E mais: usuários do Google+ (250 milhões) estão mais contentes com a performance da rede social da Google.

Com pouco mais de um ano de vida, o Google+ contabiliza um nível de satisfação de seus usuários de 78 pontos. O máximo é 100. Já o Facebook perdeu alguns pontos. Atualmente seu índice é de 61 pontos ante os 66 de 2011; uma queda de 7,6%.

A média geral de satisfação das plataformas digitais mais usadas é de 69 pontos. No ranking geral, o Google+ segue em primeiro lugar, seguido por Wikipedia e YouTube.

Segundo a ForeSee, parceira da American Customer Satisfaction Index no estudo, o Google+ se deu bem porque não tem propagandas em sua interface, foca mais em privacidade e oferece melhor experiência nos dispositivos móveis.

Por outro lado, os facebookers reclamam dos anúncios, têm receio da privacidade de seus perfis e ainda não estão certos se gostam da nova interface com a timeline.

Um último ponto a ser destacado é o índice de satisfação dos usuários do LinkedIn, Pinterest e Twitter, que se mostraram maiores que o do Facebook. Talvez pela falta de anúncios e pela experiência mobile, ainda melhor em IOS e Android.

Você concorda?

Neuromarketing: as funções do cérebro no processo de decisão

Lanço uma pergunta para vocês leitores do blog da midiaria.com: como o consumidor costuma decidir?  Apenas cerca de 2% das decisões são conscientes, sendo que a maioria vem do subconsciente, segundo estudo do pesquisador A.K.Pradeep.

E o mais impressionante: o cérebro – ele mesmo! – poderá prever o sucesso de um produto.

Na semana passada indicamos um livro em nossa seção do #indico que aborda o tema de neuromarketing; a publicação “A lógica do consumo”, de Martin Lindstrom. Resolvi buscar mais informações sobre o assunto, quando me deparei com uma matéria da Pequenas Empresas Grandes Negócios desse mês.

O conhecimento neurocientífico avançou muito nos últimos tempos e, com a evolução das tecnologias de análise de dados, foi possível casá-lo com conhecimentos de marketing. Com isso, surgiu um instrumento muito mais preciso do que os demais para entender como o cérebro responde a marcas, produtos, embalagens, displays e peças de publicidade.

Como ferramenta usada pelo neuromarketing, a NeuroFocus mede a atividade das ondas cerebrais por meio da eletroencefalografia (EEG). Os eletrodos da EEG são como pequenos “microfones” que “ouvem” os sinais elétricos emitidos pelo cérebro. Com isso, é possível monitorar todas as áreas do cérebro, usando eletrodos que capturam a atividade até duas mil vezes por segundo, o que permite abranger uma série altamente complexa nas regiões e redes interconectadas. Por exemplo, quando é feita uma análise a partir de um anúncio de TV, são reunidos cerca de cinco bilhões de dados.

As pessoas reagem diferentemente, mas há um fator básico responsável pela eficácia da neurociência: o cérebro humano é notavelmente semelhante em qualquer lugar do mundo. Há diferenças entre os cérebros de homens e mulheres, ou de jovens e idosos, mas a estrutura e o funcionamento são muito similares em todas as pessoas. A medição realizada pelo EGG fornece um quadro muito claro de como o cérebro reage antes da intervenção dos fatores como a linguagem, a educação e outras variáveis étnicas e culturais que distorcem as respostas em outros tipos de pesquisas, como entrevistas e grupos de discussão.

Trata-se de um tema de alta complexidade! Sugiro a leitura na íntegra da matéria da Pequenas Empresas Grandes Negócios desse mês para você aprofundar ainda mais no tema.

Leia também:

#indico: livro baseado na maior pesquisa de neuromarketing

 

#video: saiba o que são as adnetworks

#video: quando o consumidor toma o poder da relação com a empresa

Cuide de quem te “curte”

O que nos leva a “curtir” uma página no Facebook? Não é preciso estar on-line para se deparar com o desenho de polegar estendido por aí. Basta atentar aos impressos em geral, às camisetas personalizadas com o símbolo que estão nas ruas e à própria expressão “eu curti”, bem presente nos diálogos de hoje.

O “like” (“gostar”, da versão original do FB em inglês) extrapolou o botão para fazer parte da cultura contemporânea. E isso aumenta a responsabilidade de quem pede para ser “curtido”. Em geral, as pessoas curtem uma página porque:

  1. acreditam em determinada marca;
  2. se identificam com ela;
  3. esperam ser recompensadas por mostrar ao mundo sua predileção por determinado conteúdo.

Obviamente há aqueles que gostam, seguem e compartilham qualquer conteúdo por impulso ao clique. Mas mesmo a “identificação momentânea” tem seu valor e deve ser lavada em conta. Ela pode ser revertida em relacionamento duradouro.

Para quem administra uma fan page no Facebook, um perfil no Twitter ou no Google+ é fundamental preocupar-se com o que é oferecido nesses espaços: textos, imagens, vídeos, arquivos para download…

Uma maneira de perceber qual a rede que melhor funciona para seu público é fazer o teste e acompanhar quais conteúdos são mais compartilhados no Facebook ou quais ganham mais retuítes. Analisar cada plataforma traz a percepção de quem é seu público e do que ele realmente gosta.

Assim, o simples ato de curtir pode se transformar num verdadeiro boca a boca. E num início de conversa entre sua marca e seu target. Já imaginou alguém vestindo uma camiseta estampada com sua logomarca e o símbolo de “curtir” do Facebook?

Nem todo mundo aproveitou os 4 segundos inspiradores de Luiza

Do ponto de vista do marketing digital, todo mundo aproveitou o momento, menos a construtora, que está vendendo o apartamento. Sim, estou falando da Luiza, aquela que está no Canadá e virou fenômeno na web, inspirou centenas de memes e ajudou diversas empresas a gerarem tráfego para seus sites.

Não quero discutir a qualidade do comercial protagonizado por uma personalidade da Paraíba, que ao vender um novo empreendimento local faz um comentário aparentemente fora de contexto sobre a ausência da filha no vídeo. Prefiro refletir sobre os quatro segundos da frase “menos Luiza, que está no Canadá”, que gerou um buzz e tanto na última semana.

Quatro segundos inspiradores

Um resumo do que já aconteceu desde que Luiza se tornou a moça mais excluída e lembrada da internet:

  • já foram mais de 150 mil tweets com a brincadeira;
  • o assunto ficou entre os 10 mais comentados do Twitter em todo o país com a hashtag #LuizaEstanoCanada;
  • brincadeiras se espalharam pelo Facebook e a piada ganhou desdobramentos no Tumblr;
  • No Youtube há mais de 100 vídeos sobre o assunto.

Não perca o timing

Piadas como as feitas com Luiza são uma constante na web, mas é preciso acertar o timing para não perder a oportunidade. Enquanto a brincadeira com a estudante de 17 anos se espalhava pela internet, empresas usaram o momento para atrair consumidores. Exemplos?

  • o Submarino Viagens fez um anúncio de link patrocinado no Google com a chamada “Visite a Luiza – Passagens para o Canadá em até 10x”;
  • o Decolar.com seguiu a mesma linha para ofertar passagens para Toronto;
  • o imovelweb aproveitou a piada: “todo mundo está procurando imóvel na imovelweb, menos…”
  • o Yazigi foi além e patrocinou um game protagonizado por Luiza;
  • o portal Estadão listou dicas sobre turismo no Canadá;
  • e a rede Magazine Luiza – como não poderia deixar de ser – criou um concurso cultural com prêmio de R$ 300 em compras.

Quem teve a sacada

Planners, responsáveis por compra de mídia, gerentes de redes sociais e outros bons profissionais dos meios digitais foram felizes ao observarem o momento, analisarem o cenário e interagirem, o mais rápido possível, com suas audiências.

Por outro lado, a construtora e a imobiliária responsáveis pelo empreendimento em João Pessoa perderam essa chance, mesmo tendo vendido oito apartamentos de alto padrão depois do buzz. Ao buscar seus nomes no Google ou nas principais redes sociais, os resultados foram quase nulos. Uma pena. Esse era o momento dessas empresas ganharem relevância além Paraíba, pensando no longo prazo. Fica para a próxima. E #ficaadica.

@kleberpinto

Leia também: O que podemos aprender com a pequena Isadora

Recomendo a leitura: Oportunidade com o meme “menos a Luiza está no Canadá” nos Links Patrocinados

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