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#indico: Guia para quem quer começar um e-commerce

guiaDeEcommerceApadi_midiaria_05abril13Quem pensa em abrir um comércio eletrônico tem muito com o que se preocupar antes mesmo de colocar seu e-commerce no ar. Assim como a abertura de qualquer negócio, iniciar uma loja online requer planejamento, análise de mercado e público-alvo e controle das finanças. Esses requisitos e outros fundamentais estão no Guia de e-Commerce APADi, lançado recentemente pela Associação Paulista das Agências Digitais – APADi.

O Guia do e-Commerce está disponível gratuitamente no site da associação, que reuniu especialistas do setor para desenhar um material muito prático e didático. Feito em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de São Paulo – Sebrae-SP, traz dicas preciosas sobre planejamento, comunicação visual, gestão de conteúdo, operação e logística, serviços financeiros e marketing digital.

Logo no início, o guia apresenta um passo a passo do comércio eletrônico muito prático. Veja abaixo:

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#Infográfico: pequenos empresários vão apostar mais em marketing em 2013

Qual é a porcentagem de empreendedores que estão a frente do marketing de seus negócios? Segundo pesquisa da norte-americana AWeber, empresa que trabalha com ferramentas de e-mail marketing, 77% dos donos de PMEs são responsáveis pelas decisões sobre as ações de marketing de suas empresas. Quer saber o que eles planejam para 2013? Continue lendo esse post.

Para a pesquisa foram entrevistados 3 mil pequenos empreendedores ao redor do mundo para verificar suas expectativas neste ano. Os empresários de pequenos negócios estão otimistas: 67% pretendem aumentar os investimentos em marketing nos próximos 12 meses.

Do total de entrevistados, 93% têm cinco ou menos funcionários. Mas isso não os impede de pensar grande. A maioria pretende ampliar sua presença nas redes sociais:

  • 72% em blogs;
  • 70% no Facebook;
  • 58% no twitter;
  • 50% no Google Plus;
  • 49% no Linkedin.

Você é dono de um negócio com potencial de expansão em 2013? Vai apostar mais em marketing nesse ano? Escreva pra gente!

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#dasbancas: vendas por assinatura no comércio eletrônico

Você já imaginou receber em sua casa a cada dois meses cuecas novas; trocar as flores da sala semanalmente ou mesmo repor o estoque de cervejas gourmet da sua geladeira todo mês? A modalidade de comércio eletrônico que trabalha com o sistema de vendas por assinatura é uma realidade e tem aumentado no Brasil.

Para o empreendedor, esse sistema é uma mão na roda pois ajuda a antecipar o faturamento, gerenciar o estoque e manter a fidelidade dos clientes.

A revista PME deste mês traz uma reportagem sobre como pequenos empresários estão se beneficiando desse tipo de comércio eletrônico por atender um nicho de mercado cada vez mais comum: o das pessoas exigentes e sem tempo de ir às compras.

Somente o shopping virtual AssinaMe conta com 60 empresas parceiras que já faturam, em média, R$ 1 milhão ao ano.

E qual é o perfil desse cliente?
Segundo especialistas ouvidos pela PME, consumidores/assinantes são aqueles que:

  • compram sempre: leia-se, mulheres com filhos que usam fraldas, donos de animais domésticos, etc;
  • não querem ter trabalho: pessoas que esquecem de datas especiais e homens sem disposição para comprar roupas;
  • precisam de ajuda para escolher: clientes que buscam cervejas e vinhos selecionados de acordo com seu perfil mas não sabem apontar marcas.

Vale ressaltar que mesmo vantajoso, o sistema de vendas por assinatura também tem os seus pontos de atenção:

  • o custo do frete – alguns consumidores chegam a pagar até R$ 15 para receberem seus produtos;
  • a logística terceirizada.

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#dasbancas: 7 estratégias usadas por PMEs para divulgar suas marcas na web

O brasileiro passa, em média, 42 horas mensais conectado na internet. A informação é da comScore, consultoria americana que detectou ainda que 70% desse tempo é dedicado às redes sociais. Aproveitando esses dados, a revista PME de abril traz uma reportagem com 7 estratégias usadas por pequenas e médias empresas para divulgar suas marcas nas redes sociais.

1) Twitter e Fan page no FB

Seja criativo ao postar no Twitter e interaja pela fan page de sua marca no Facebook. Ofereça conteúdo que não seja apenas de sua marca. Dicas de interesse geral que se relacionam com seu negócio são sempre bem vindas.

2) Lojinha no Facebook

O social commerce está ganhando força no Brasil aos poucos, mas já atrai alguns empresários. Pense que 70% da navegação do brasileiro está nas redes sociais, e já somos 35 milhões de brasileiros no Facebook.

3) Aposte no LinkedIn

Nós da midiaria.com podemos dar nosso testemunho: o LinkedIn é uma excelente rede de relacionamentos e prospecção de clientes. A reportagem só reforça o que já atestamos: os grupos dessa rede geram tráfego para o site e ainda proporcionam exposição do profissional que posta nos grupos.

4) Geolocalização e Foursquare

Algumas pequenas empresas já entenderam que promover uma experiência ao cliente é fundamental frente à concorrência elevada. Elas já usam redes como o Foursquare para presentear os clientes que compartilham com seus amigos ondem estão e ainda comentam positivamente sobre a empresa ou marca.

5) Mobilidade

Aplicativos para mobile e sites que respondem em diversas plataformas estão em alta. Isso porque todos querem acessar um endereço do desktop, do smartphone ou do tablet. Seu site está preparado para isso?

Como smartphones, TVs inteligentes e tablets podem ajudar no seu marketing

6) Vídeos

Postar pequenos vídeos no Youtube pode engajar mais pessoas do que se imagina. Empresas ouvidas pela Revista PME, como os fundadores do site Jovem Nerd, já ganharam até patrocínio para seus canais na plataforma da Google.

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7) Links patrocinados

Além de preparar o conteúdo do seu site para aumentar a sua encontrabilidade, a publicação recomenda o uso dos links patrocinados do Google ou anúncios nos demais buscadores. Mas só lembre que o Google abocanha 60% desse mercado.

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#dasbancas: revista PME mapeia onde estão oportunidades para empreender

“O momento está extremamente favorável para empreender no Brasil!”, disse Gustavo Junqueira, diretor do Instituto de Inovação, à revista PME de março. A afirmação dele está embasada no surgimento de mais de 2 mil startups só no setor de tecnologia no cenário brasileiro em 2011. Algo que não se via desde os anos 90, década da explosão das ponto-com. A reportagem de capa da publicação faz um retrato desse momento e indica como tirar proveito dele.

A matéria traz os cases dos sites Meu Carrinho, Kekanto, Peela e Viajanet, mostrando que, em média, seus empreendedores têm entre 24 e 35 anos e estão aproveitando o bom momento brasileiro. Os setores que mais concentram novidades são saúde e educação.
Para aqueles que têm uma boa ideia, fica a dica que hoje há em torno de 10 mil anjos prontos a investir em ferramentas, sites e aplicativos que possam dar lucro em curto e médio prazos.

As fases do crescimento dos empreendimentos, segundo o Instituto de Inovação, Inseed Capital e Aceleradora:

  • Empreender descobre solução para facilitar ou resolver um problema;
  • Empresa desenvolve os primeiros produtos e serviços;
  • Crescimento rápido, receitas aumentam depressa e negócio pede investimento para ganhar escala;
  • Parcerias e aquisições possibilitam crescimento;
  • Cogita-se entrada de sócio que possa arcar com despesas cada vez mais altas.

Para quem busca por oportunidades, a reportagem apresenta os seguintes setores:

  • Comércio eletrônico;
  • Jogos;
  • Turismo;
  • Saúde;
  • Educação online;
  • Marketing interativo.

Boa leitura!

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#indico: ebook gratuito traz dicas sobre pesquisa online para PME

Todo bom plano envolve pesquisa. A esperada viagem de férias, o novo emprego e a vontade de trocar o ambiente corporativo por um empreendimento solo são bons exemplos. “A pesquisa online envolve o uso das informações que existem na Internet para criar uma inteligência digital para sua empresa”. A afirmação é do consultor em marketing digital Claudio Torres e está no ebook Guia Prático de Marketing na Internet para Pequenas Empresas.

Fácil e rápida de ler, a publicação de 54 páginas (distribuída gratuitamente aqui) apresenta o básico para aqueles que se interessam pelo uso da web para vender produtos e serviços, mas não sabem como.

Torres sugere que o pequeno empresário comece sua pesquisa implantando pequenas ações no dia a dia. A saber:

  1. faça uma pergunta: defina pelo menos 3 perguntas essenciais para o seu negócio e as tenha em mente para o próximo passo;
  2. implemente uma pesquisa: colete opiniões de seu público-alvo online para responder sua enquete. Não é preciso oferecer um questionário na web. Faça uma varredura nas redes sociais e recolha as respostas para sua pesquisa;
  3. pesquise as mídias: faça uma pesquisa de mídia na Internet. Use as ferramentas de busca e palavras-chave relacionadas ao seu negócio para esta pesquisa;
  4. analise a concorrência: visite os sites e perfis dos possíveis concorrentes, avalie as ações que agradam o consumidor e pesquise sobre os rivais nos mecanismos de busca;
  5. faça clipping: junte todo o material coletado e assine um serviço que lhe forneça informações atualizadas sobre a área que pretende investir.

Com essas pequenas ações, Claudio Torres afirma que as 3 três perguntas feitas no primeiro item serão respondidas, levando o empreendedor a encontrar um caminho de sucesso para seu negócio.

Esse livro para PMEs ainda cobre assuntos cruciais para quem quer apostar em estratégia web:

Se depois da leitura você precisar de ajuda, escreva para a equipe da midiaria aqui!

Boa leitura!

Internet e redes sociais: o mercado mundial para PME’s do futuro

Essa é a mensagem do novo comercial do HSBC  (abaixo), que reforça que pequenos e médios empresários serão empresas multinacionais no futuro. Como isso será possível? E como estar preparado para esse cenário de muitas possibilidades a todos?

A internet será uma das grandes alavancas para que tudo isso aconteça. Já percebemos de uma forma mais expressiva a presença de pequenas e médias empresas expondo seus produtos e serviços através da internet. Quando falamos de redes sociais, ainda há muito para desbravar por parte desses empresários, pois com elas, é possível levar uma empresa às alturas em minutos.

Outro ponto importante a se discutir é que as redes sociais possibilitarão cada vez mais a criação de grandes alianças empresariais no futuro, onde duas ou mais empresas independentes poderão cooperar entre si nas atividades empresariais. Essa cooperação pode ocorrer através da troca de bens ou informação, produtos ou recursos. As vantagens das alianças empresariais podem ser resumidas na divisão dos custos, tecnologia, transferências e na troca de informação. Para esses pequenos e médios empresários, a vantagem está no fortalecimento da empresa no mercado competidor uma vez que ela faz parte de uma aliança com outras empresas.

Segundo Kleber Pinto, especialista de internet e mídias sociais da midiaria.com, toda ação que é realizada nas redes sociais precisa sempre ser elaborada de forma estratégica e muito bem pensada, para que não se transforme em “obesidade de informação”, ou até mesmo em uma imagem negativa para a marca. Porém, esse é o grande caminho para pequenos e médios empresários investirem para o ganho de escala de imagem a nível mundial.

De uma forma geral, a internet poderá possibilitar ao empresário:

  • Direcionamento estratégico das empresas: a constituição de redes pode ajudar as empresas na definição de um foco estratégico mais adequado ao contexto competitivo. Esse fato tem impacto direto com a questão da falta de clientes. Pois muitos pequenos empreendedores por necessidade não entendem do negócio que atua, levando a empresa atuar em segmentos diferentes da necessidade dos clientes;
  • Competitividade: as redes de empresas podem ser alternativas na busca de vantagens competitivas. Estudos apontam que acordos coletivos podem levar a redução de custos, melhorias de qualidade, flexibilidade (mixe volume), entregas e inovações. Essas questões têm relação direta com a questão da concorrência e os custos elevados;
  • Redução de custos: dependendo da forma de estruturação da rede, é possível reduzir custos coletivos, como: aluguel, água, transporte, luz, logística, manutenção, insumos industriais, entre outros aspectos;
  • Poder de barganha: um dos grandes benefícios com as redes é o ganho de poder de barganha com os diversos atores participantes. A ação coletiva dos atores pode sustentar um poder de barganha com governos, instituições, fornecedores e até clientes, pelo seu grau de representatividade. Esse aspecto tem relação direta com a falta de crédito, concorrência, impostos, entre outros aspectos.

Um mundo inteiro está à disposição para você explorar sua pequena e média empresa. Já parou para pensar nessa possibilidade?

Mais inspiração:

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