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#indico: 20 maneiras de dar um upgrade nas suas mídias sociais

Quem trabalha com mídias sociais sabe como é desafiador lembrar de pequenos detalhes ao atualizar diferentes perfis e contas. Muitas vezes esquecemos de detalhes importantes como palavras que mais engajam as pessoas e melhores horários de postagem. Dan Zarrella, do Hubspot, reuniu 20 dicas para ajudar o profissional de social media.

Nesse guia rápido (somente em inglês), Zarrella compartilha informações com base em pesquisas e estudos do próprio Hubspot sobre Twitter, Facebook, Instagram e outras mídias.

Alguns destaques:

  • Para profissionais preocupados com o personal branding, colocar os termos “fundador”, “especialista”, “expert” e outros do gênero nas bios pode atrair mais seguidores ou fãs;
  • Segundo estudos do Hubspot, colocar um link depois de 25% dos caracteres de um tweet aumenta razoavelmente a taxa de cliques;
  • Por falar em Twitter, perfis que postam de 60% a 80% de tweets com links são mais retuitados;
  • Pode parecer insistência, mas usar hashtags no Instagram faz toda a diferença!

Confira as demais dicas na apresentação abaixo.

 

Confira outras dicas da seção #indico

 

 

#video: pesquisa identifica sonhos individuais e coletivos dos jovens

#Infográfico: as 25 marcas que mais engajam no Twitter

Nestivity_TOP25brands_infograficoMais de 70% dos consumidores que seguem as maiores marcas nas redes sociais ficam sem resposta, aponta uma pesquisa de dezembro de 2012 da Acquity Group, dos Estados Unidos. A partir desse cenário, a startup Nestivity analisou as marcas que mais interagem com seus seguidores no Twitter. O estudo com as cem marcas que mais geram engajamento rendeu um infográfico bem bacana.

Uma das constatações da Nestivity é que marcas com mais de um milhão de seguidores, como @JetBlue, @AmericanExpress e @WholeFoods, não respondem ou interagem com seus públicos. O que nos leva a crer que mais do que quantidade, é importante se comunicar com sua audiência, seja ela do tamanho que for.

 
Os perfis @Notebook, @Disneywords, @ESPN, @PlayStation e @Disney formam o TOP 5, respectivamente, como as marcas que mais se comunicam com seus seguidores. Como essas marcas chegaram lá? Elas encontraram a frequência certa de postagens, a linguagem adequada para se comunicar e o primordial: respondem os seguidores!

Outras dicas interessantes colhidas pelo estudo da Nestivity:

  • Os tweets postados às quartas-feiras foram os mais compartilhados nessa mídia;
  • 78% do conteúdo compartilhado no Twitter está atrelado à imagem e 18% a vídeo.

Minha dica: avalie os perfis que mais se aproximam do seu negócio e estude como eles usam o Twitter. A lição de casa pode render um upgrade no seu perfil.

Crescimento e desafios das multi-telas. Por que você deve se preocupar com isso

bbc-connectingthestory-infographic“A televisão não existe mais. Agora tudo é tela.” A frase é de um dos ícones da TV pós-moderna, Marcelo Tas, em entrevista à revista INFO deste mês. À publicação, ele ainda diz que “não existe diferença entre assistir um vídeo no Youtube ou na TV”. Essa tendência está comprovada em diversas pesquisas, como o maior estudo sobre consumo de mídia e informações em múltiplas telas, realizado pela BBC em parceria com o instituto Insights Consulting e divulgado em março desse ano.

A pesquisa analisou o comportamento de 3600 usuários de nove países (infelizmente não estamos na lista!) que fazem uso de, no mínimo, três aparelhos, entre televisão, smartphones, computadores, tablets, etc. O resultado? Não há competição entre os dispositivos, mas sim, complementação entre o uso de diversos aparelhos. Para se ter uma ideia, 83% dos donos de tablets fazem uso dessa tela enquanto assistem TV (veja no infográfico acima outros dados interessantes desse estudo).

Mesmo fora dessa pesquisa, acredito que a realidade brasileira é bem parecida com o que vemos em países como Australia, Singapura, India, África do Sul, Alemanha, França e Estados Unidos. Não à toa, novelas como “Avenida Brasil”, o reality show “Big Brother”, ambos da TV Globo, e o próprio “CQC” de Marcelo Tas na Band estão frequentemente nos trending topics do Twitter e são fonte de comentários no Facebook. A classe média que está frente à televisão tem um tablet ou smartphone na mão.

Outro estudo do Google/Ipsos de agosto de 2012 reporta que PCs nos mantém produtivos e informados, smartphones nos conectam e tablets nos entretém.

As multi-telas estão cada vez mais presentes na sociedade contemporânea. Cabe à comunicação fazer bom uso de outra informação que deriva dessas pesquisas e tendências: um em cada sete usuários de smartphone responde a um anúncio que surge em sua tela. Para TV e desktop essa proporção é de um para cinco e um para quatro, respectivamente.

Ou seja, para os próximos anos, os usuários de dispositivos móveis verão tanta propaganda nessas telas quanto veem na TV. Com um pequeno detalhe: eles poderão escolher se querem ou não ver seu conteúdo.

Veja também: 

 

Uma realidade brasileira: mais notebooks do que desktops

Segundo estudo realizado pela consultoria CVA Solutions, os notebooks superam os desktops como principal computador dos consumidores residenciais brasileiros. Os portáteis agora representam 55,6% dos equipamentos domésticos, contra 42,4% dos PCs e 2% dos tablets.

Conforme dados da pesquisa da CVA, a Positivo é a marca de desktop mais presente nas casas do país, com 12,1% dos equipamentos existentes. A participação somada das empresas brasileiras chega a quase 35%! Entre os notebooks, a Positivo, de novo a mais bem colocada entre as brasileiras, vai para a quinta posição, e a liderança fica com a Dell.

O futuro é dos tablets! Na última quinta-feira (11/04), a consultoria americana Gartner publicou um estudo prevendo, para 2013, um aumento de 69,8% nas vendas mundiais de tablets e um recuo de 7,6% nas vendas somadas de notebooks e desktops. A previsão é que os tablets superem laptops e PCs em 2017.

E quais são as marcas mais reconhecidas de notebook? Como você pode perceber no infográfico abaixo, a  Dell e a HP lideram esse ranking de preferência, o que mostra a grande força dessas marcas.

Quando falamos das marcas TOP 10, a que mantém a liderança em força de marca é a Dell; e a Samsung é indicada como a líder com o melhor custo/benefício.

Infografico_notebooks

Fonte: Folha de São Paulo

Empresas brasileiras falham ao oferecer experiência de consumo, aponta estudo

experienciaConsumo_oracle_midiaria_09abr13As empresas brasileiras têm apostado nos dispositivos móveis para atrair os consumidores que buscam por seus produtos. 59% delas investem em mobile no pré-venda. No entanto, a experiência de consumo pós-venda ainda é muito fraca, como aponta uma recente pesquisa da Oracle com 1.342 executivos seniores questionados no mundo. No Brasil, empresários calculam perdas de até 25% do faturamento por oferecerem má experiência aos clientes.

Das empresas brasileiras participantes da pesquisa realizada em fevereiro deste ano, 74% ainda estão planejando ações voltadas para a experiência de consumo em todos os momentos de interação com o cliente. Apenas 10% afirmaram ter programas bem definidos e implementados.

Mais de 70% dos executivos entrevistados entendem que os consumidores de hoje têm mais voz e poder que há três anos, assim como sabem que boas experiências com suas marcas transformam clientes em consumidores fiéis.

Para os próximos dois anos, 35% das empresas participantes do estudo integrarão todos os canais para atender as demandas dos consumidores; 30% vão apostar mais nos serviços de seus websites.

Quando questionadas sobre quais os maiores entraves para oferecer uma experiência de consumo adequada, as empresas culparam os processos internos (40%), infraestrutura e tecnologia (36%) e dificuldade em rastrear a performance do atendimento ao consumidor (26%).

Confira o estudo completo e os dados do Brasil no site da Oracle.

Geração Y representará 44% da população economicamente ativa em 2025

Conforme dados apresentados pelo estudo da consultoria Booz Allen, 44% da população economicamente ativa pertencerá à geração Y (pessoas nascidas entre 1980 e 2000) até 2025. O dado, revelado durante a Ciab/Febraban, serviu de alerta para que as instituições financeiras preparem ofertas adequadas ao novo perfil desses clientes. O setor financeiro é um dos mais atrasados no atendimento às demandas específicas da geração Y, a qual se destaca pelo uso intensivo de novas tecnologias e das ferramentas colaborativas, aponta a consultoria. Como resultado, o levantamento da Booz mostra que, entre os principais segmentos da economia, os bancos são os que menos investem em novos formatos de comunicação e nas mídias sociais.

Além disso, dos 100 maiores bancos do mundo, apenas 5 deles têm presença consistente nas redes sociais. Uma situação que tende a mudar em breve, pontua a Booz. Para justificar a perspectiva, a entidade aponta que, nos últimos anos, o setor ampliou em 98% os investimentos em ferramentas colaborativas, enquanto incrementou em apenas 13% os gastos com outras iniciativas ligadas à internet.

Um grande desafio para as companhias financeiras está na segmentação das ofertas de produtos, além de um extremo cuidado com processos. Essa geração é ansiosa, exigente e mais ágil na busca de alternativas, além de exigir uma personalização dos serviços. Nesse aspecto, o departamento de tecnologia tem um dos papéis mais importantes em adaptar as ofertas a esse novo perfil de clientes.

Para Edson Fregni, da Sciere, a melhor maneira de entender esses jovens clientes é ouvir a própria geração Y. O executivo usa o iPhone como exemplo. Segundo ele, quem desenvolveu o equipamento não foi a Apple, mas os próprios consumidores, por meio de suas escolhas ao longo dos últimos anos. Segundo ele, os bancos deveriam seguir o exemplo da empresa de Steve Jobs.

Assista à matéria abaixo, exibida no programa Conexão Futura sobre Geração Y e oportunidades no mercado de trabalho:

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