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Você sabe se vender em 6 segundos? Veja algumas ideias para usar o novo Vine
Quão criativo você pode ser em seis segundos? Seria capaz de “vender seu peixe” nesse curto espaço de tempo? Antes de responder “não” para essas perguntas, pense bem. Uma nova mídia social vem despontando no universo digital e você precisa se preparar para usá-la… para o bem do seu negócio e da sua marca.
Em 2006, o Twitter revolucionou a blogosfera com seus 140 caracteres, mudando a maneira como compartilhávamos conteúdo. Era preciso ser objetivo, fun e criativo. Sete anos depois, mais precisamente em janeiro de 2013, o mesmo Twitter lançou o Vine, uma plataforma de compartilhamento de vídeos de no máximo seis segundos (saiba mais sobre ele aqui). Desde então, o Vine vem crescendo em diversos países e atraindo a atenção dos usuários, principalmente os jovens. Há dois meses, o aplicativo (disponível apenas em IOS) figura no topo dos apps mais baixados na Apple Store.
Não acredito que o Vine vá substituir o Youtube. Longe disso. Mas o aplicativo de simples uso já atende uma demanda de jovens entediados com mídias como Facebook, Google+, Pinterest e o próprio Twitter. Uma pesquisa da Piper Jaffray aponta que o interesse dos adolescentes americanos por essas plataformas está mudando. E essa é a tendência para o resto do mundo. Não é preciso analisar muito para ver que os jovens gostam de informações cada vez mais rápidas. E o Vine atende essa demanda.
De volta ao meu questionamento inicial, as marcas e negócios podem, ao meu ver, se beneficiar de plataformas como o Vine para divulgar seus produtos, trabalhar seu branding e engajar as pessoas.
Os programadores do Vine estão melhorando o aplicativo a cada dia: já incluíram a possibilidade de mencionar outros usuários durante um post, escolher se quer usar a câmera frontal o traseira do celular, e incorporar os microvídeos num site ou blog. Esse último é perfeito para as marcas!
Algumas empresas já estão fazendo uso do Vine para engajar seu público. A esportiva Rawling, em parceria com a Major League Baseball, fez um vídeo demonstrando o que há dentro da bolinha de beisebol. A emissora CBS também está usando o Vine para promover microvídeos de seus repórteres nas situações mais diversas.
Algumas ideias
Que tal fazer uma rápida demonstração de seu produto com a câmera do celular e depois incorporar o resultado na página de descrição? Se for dono de uma pousada, um filme de seis segundos apresentando os quartos pode ganhar o próximo hóspede. Junte sua equipe e dê um “olá” para o internauta que visita seu website. Enfim, há uma infinidade de oportunidades com o Vine. Basta ser criativo. E rápido!
O que é netiqueta e porque se importar com isso
Temos falado bastante sobre personal branding aqui no blog e recentemente me deparei com um termo antigo no meio digital, mas muitas vezes esquecido no dia a dia. Trata-se da netiqueta, ou etiqueta na internet, que pode afetar a imagem de um profissional positiva ou negativamente. Abaixo, compartilho algumas reflexões sobre o tema.
O conjunto de boas maneiras na internet é importante pois protege a reputação digital do usuário. Nunca foi tão importante cuidar da própria imagem na web como agora, quando se fala de empreendedorismo digital e geração de oportunidades nos meios eletrônicos. Em poucas linhas: saber se comportar na web pode, sim, aumentar sua relevância, construir ou manter laços fortes com pessoas estratégicas.
No final da década de 90 a netiqueta tratava de um conjunto de dicas hoje consideradas básicas, como não enviar um e-mail sem assunto, não exagerar no uso das letras maiúsculas, não escorregar no Português, etc.
Atualmente, mais do que tratar da linguagem, a netiqueta tem a ver com o tipo de conteúdo que se compartilha nas mídias sociais e a frequência com que ideias são expostas na web (leia-se spam!). Ninguém gosta de ter sua timeline no Facebook recheada de conteúdo desinteressante ou inapropriado.
Por falar em mídias sociais, considero os filtros do Facebook e os círculos do Google+ formas de se praticar a netiqueta. Nada nos impede de postar piadas, imagens de bebês com frases engraçadas e desabafos nessas mídias, desde que elas sejam vistas pelos grupos que vão entender a mensagem. Você não gostaria de perder uma boa oferta de emprego porque postou uma gracinha no LinkedIn, certo?
Se você ficou curioso em saber o básico da netiqueta, recomendo ler sobre o tema no Wikipedia.
Lembre-se: toda vez que você pressiona o botão enviar ou publicar, está deixando mais uma digital na web. Pense nisso!
Brasil on line: comScore divulga relatório com preferências dos brasileiros na web
As estatísticas sobre a internet e as mídias sociais no Brasil sempre chamam nossa atenção. O relatório mais recente da comScore divulgado neste mês traz uma atualização de números e o ranking das redes sociais mais acessadas, um panorama do e-commerce e tendências para os próximos meses.
Como sabemos, o Brasil é o país que mais acessa internet na América Latina e o sétimo no mundo. Os brasileiros gastam, em média, 27 horas por mês conectados na web. Dessas, 10 são dedicadas às mídias sociais.
E por falar em mídias sociais, o Facebook lidera a preferência dos brasileiros com 44 milhões de visitantes únicos, seguido por Orkut (12 milhões) e Twitter (9 milhões). O LinkedIn está em quinto lugar com 7,9 milhões de visitantes únicos, perdendo apenas para a Ask.com, com 8,4 milhões.
Com relação ao e-commerce nacional, Mercado Livre, Americanas.com e Walmart lideram o ranking do comércio eletrônico.
Já no que se refere a conteúdo, somos realmente apaixonados por vídeos. Na comparação 2012 e 2011, houve um crescimento de 18% no número de vídeos que cada brasileiro acessou, cerca de 129 por mês. E a plataforma mais usada para assistir esse tipo de conteúdo foi o Youtube.
O relatório traz ainda uma série de dados sobre publicidade on line e mercado brasileiro. Confira a íntegra no site da comScore.




