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Você está pronto para pagar tudo pelo celular?

Já imaginou pagar suas compras de supermercado pelo celular? Prateleiras digitais serão, em breve, uma realidade brasileira.

Em paralelo, o Pão de Açúcar tem estudado outros usos para os celulares em suas unidades. Uma possibilidade é a instalação de vitrines virtuais em locais públicos de grande circulação de pessoas, onde os smartphones servirão como meio de compras. Toda a operação financeira realizada através do celular estará atrelado a um cartão de crédito para processamento da operação.Uma das principais redes de varejo a apostar nesse setor, o Pão de Açúcar está prestes a aceitar o pagamento de compras de mercadorias em suas lojas através do celular. A perspectiva é que o novo modelo seja instalado a partir de maio desse ano em alguns pontos de venda específicos da rede, que servirão como piloto para implantação nas demais lojas.

Na imagem que ilustra este post, um exemplo da rede australiana Woolworth’s, onde seus consumidores fazem compra em loja virtual.

A telefonia celular no Brasil rompeu a barreira dos 250 milhões de linhas ativas em março deste ano, totalizando 250,8 milhões, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou na terça-feira (17/04). O infográfico abaixo reforça a força do mobile no País apresentando o número de usuários prontos para realizar pagamentos pelo celular.

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Promoção para clientes com dispositivo móvel. Você já tem a sua?

Falamos na quinta-feira (18), sobre o m-commerce e suas facilidades que são oferecidas aos usuários. Acompanhando os fóruns que participo, alguns pedidos em relação a dados mais aprofundados foram demandados, e fui buscá-los para complementar o artigo.

Com a onda dos tablets e smartphones, empresas sentiram-se na obrigação de desenvolverem aplicativos voltados a esses clientes que demandam por esse tipo de tecnologia. Uma pesquisa realizada pela Equatin Research, que entrevistou mais de 1.500 consumidores de ambos os sexos, com idade acima de 18 anos que possuem um computador, smartphone e/ou tablet, aponta que, na verdade, quase nove em cada 10 donos desses devices fizeram algumas de suas compras de Natal do último ano pelo dispositivo, gastando em torno de U$ 325. Além disso, quase metade dos proprietários disse que pretende comprar mais por meio desses dispositivos móveis em 2012.

Com a ascensão das compras via tablet, os consumidores começam a mostrar preferência por um dispositivo específico, onde 53% dos compradores de produtos eletrônicos disseram que eles costumam usar o equipamento para fazer compras, seguido de brinquedos (39%), vestuário (37%) e viagens (26%).

Ao lado, apresentamos um infográfico que apresenta um pouco sobre o comportamento de compra do consumidor que utiliza dos dispositivos móveis.

Acho que é o momento de repensarmos uma nova forma de fazer o comercial de nossos produtos e serviços. Clientes conectados e que buscam por facilidade de compra começam a dar preferência por esse novo meio de aquisição. O que você acha?

Consumo pelo celular: facilidades que o m-commerce oferece aos usuários

Comprar pelo celular? Muito se perguntam: como? O mobile commerce envolve a realização de negócios através de dispositivos móveis, como os celulares. O avanço tecnológico, o surgimento de novas formas de propaganda e o aumento da concorrência promoveram a popularização desse tipo de comércio entre empresas e lojas virtuais brasileiras.

O m-commerce tem movimentado um volume representativo de vendas, onde cerca de 79% dos brasileiros já usaram celular em compras, segundo pesquisa global realizada pelo Mobile Entertainment Forum (MEF) com 8,5 mil pessoas em nove países.

Esse índice de 79% coloca o Brasil a frente da média de 72% entre os países participantes da pesquisa MEF Global Consumer – o número mede o uso de celular em algum momento do processo de compra, desde a busca por informações até a compra efetiva. O grupo também inclui Egito, Índia, Indonésia, Qatar, Cingapura, África do Sul, Inglaterra e Estados Unidos.

Uma curiosidade: voltando um pouco na história, o comércio eletrônico móvel surgiu em 1997, na capital da Finlândia, quando dois celulares foram habilitados em máquinas de vendas automáticas da Coca-Cola – os equipamentos aceitavam pagamentos via SMS. Dessa forma, as empresas aproveitaram mais uma estratégia de marketing para seus negócios.

Segundo dados da Nielsen Online, a webmóvel cresce oito vezes mais rápido do que a web baseada no desktop. Os motivos são: proximidade com o usuário, interação em qualquer lugar, internet, bluetooth, advergames, etc.

Podemos citar o exemplo do Itaú, que foi o primeiro banco a lançar um aplicativo para Iphone, em 2009.

Outro exemplo foi a Nivea, uma das grandes empresas de cosméticos que desenvolveu um aplicativo que questiona o usuário sobre sua localização, tipo de pele, idade e sexo. Com a junção desses dados, o app indica o tipo correto de protetor solar. A cada duas horas o usuário recebe um alerta informando a necessidade de reaplicar o filtro solar.

Outra pesquisa recente realizada pela consultoria Booz & Company analisou consumidores americanos do comércio móvel e descobriu que entre 15% e 20% usam o celular e outros aparelhos com a acesso à internet para checar preços e fazer comparação entre produtos, enquanto 25% pretendem fazer isso no futuro.

De 10% a 15% das receitas do varejo devem ser influenciadas por aplicativos móveis neste ano, algo próximo a US$ 340 bilhões em vendas realizadas nos Estados Unidos, na França, Alemanha e Reino Unido. Esses números crescerão rapidamente porque até 2014 a penetração de smartphones deve aumentar de 17% para 74% no mercado nos Estados Unidos e na Europa, de 15% para 43%. Até 2013, pelo menos metade dos clientes de uma rede varejista típica vai usar o smartphone para compras.

Vamos levar nossos celulares às compras? Já parou para pensar nisso? O que você quer comprar pode estar muito mais perto do que você imagina.

 

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