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Cloud computing, marketplaces, estratégia multicanal e dicas para e-commerce
Soluções cada vez mais integradas e compartilhamento de tarefas e projetos. Essa foi a sensação e a mensagem que levei da 14ª edição do Encontro Locaweb de Profissionais de Internet, nesta quarta-feira, em São Paulo. O evento trouxe novas ideias sobre gestão de sistemas e números da troca de informações na rede mundial, além de tendências em e-commerce, plataformas para lojas virtuais e crowdsourcing. Teoria e prática na medida certa. Confira a cobertura completa com dados e dicas na timeline da midiaria no Facebook.
Gilberto Mautner, CEO da Locaweb, anunciou a grande bola da vez: o cloud computing. É na nuvem que novas soluções, como as de compartilhamento de dados, podem ser alocadas. E os serviços de cloud estão cada vez mais adequados para os 1,7 milhões de micro empreendedores individuais do Brasil.
Enquanto os pequenos ganham espaço, 70% dos CMO’s das grandes empresas estão preocupados com as redes sociais, apontou Gustavo Arjones mencionando pesquisa da IBM em sua palestra Evolução das Plataformas para Métricas Sociais.
Segundo Arjones, há três tipos de social media insights que devem ser extraídos da mensuração: o operacional – monitorar queixas e reclamações para solucionar problemas dos clientes -; o tático e o estratégico. Então, o que se deve analisar?
• Adjetivos que utilizam para marca;
• Comparativos com competidores diretos (déficits e benefícios);
• Com o que me associam normalmente;
• Queixas e reclamações mais frequentes;
• Elogios e pontos fortes ressaltados pelo cliente.
E na hora de escolher qual plataforma usar em sua mensuração, avalie:
• Suporta as métricas escolhidas?
• É flexível com as necessidades da minha empresa?
• Exporta informação?
• Qual é a metodologia de captura e com se obtém amostras?
• Qual a precisão no sentimento automático?
A palestra sobre oportunidades de marketing e negócios para pequenas empresas na internet, de Guilherme Mazzola, levantou reflexões como:
• Não reinvente a roda – agilize!
• Apareça e cresça!
• Deixe seus clientes felizes com seu atendimento;
• Organize e aproveite as oportunidades – empreendedor ou fornecedor.
Uma tendência fortemente apontada por Marcelo Negrini foi a estratégia multicanal e os marketplaces. O que os lojistas ganham com eles:
• Alcance a mais clientes;
• Lançamentos mais rápidos através de integrações fáceis;
• Atualizações transparentes;
• Inteligência via dados e analytics;
• Confiança em parceiros certificados.
E por falar em loja virtual, Alexandre Soncini listou dicas para um bom e-commerce. De todas, uma reforçou o que já sabemos: e-mail marketing é crucial para o varejo online. A sacada é reenviar suas campanhas para quem não abriu o primeiro e-mail enviado, mudando somente o assunto da mensagem.
Veja na fan page da midiaria no Facebook a cobertura completa com dados e imagens do evento.
Badulakit! entra para o time de parceiros da midiaria
Elas gostam de moda, estilo e internet. São duas jovens empresárias que sabem da importância da web para o mundo dos negócios. Juntas, Fernanda Weber e Haldry Martarelli abriram a blogstore Badulakit!, a mais nova parceira da midiaria.com.
A Badulakit! acredita que é possível se produzir dentro das tendências da moda por um preço bacana. São anéis, pulseiras, colares e outros acessórios garimpados pelas consultoras de moda no Brasil, China, Estados Unidos e Europa.
E para se aproximar do seu público, a blogstore fechou parceria com a midiaria, que desde 1 de junho passa a cuidar da comunicação e do marketing da marca Badulakit!
O start dessa parceria é a campanha de Dia dos Namorados, já iniciada na fan page do Facebook da blogstore.
Meninas, bem vindas à turma da midiaria.com!
A história do comércio eletrônico em infográfico
O e-commerce é uma realidade para muitos países e negócios independentemente de sua posição geográfica – essa, inclusive, é uma das barreiras que o comércio eletrônico vem quebrando desde 1979. Sim, acredite, as transações online começaram no final dos anos 1970, pelas mãos do inglês Michael Aldrich. Um infográfico da ZippyCart.com mostra o histórico do e-commerce e da própria web.
Dez anos depois do trabalho de Aldrich, outro inglês, Tim Berners-Lee, criou a World Wide Web, que já prenunciaria o comércio B2C pela internet.
Mais adiante na linha do tempo do comércio online, os anos 90 concentraram a bolha das pontocom, com muitas empresas apostando na web para fazer negócios. 1994 reúne dados curiosos. A Pizza Hut registrou sua primeira venda pela web: uma pizza de pepperoni e cogumelos com muito queijo. Foi aberto o primeiro online banking e as soluções de e-commerce foram construídas para pequenos comércios.
Com os anos 2000 vieram os alfinetes que estouraram a bolha das “pontocom” e trouxeram novas formas de transação e comunicação via internet. Google, Facebook e Adwords são respostas dessa nova forma de se pensar a venda online.
Hoje, sabemos que o mobile commerce, as compras coletivas e o social commerce estão por aí. Qual será a próxima moda?
#dasbancas: seu cartão de visitas na web e outras possibilidades virtuais
Um website bem estruturado é um cartão de visitas de uma empresa ou profissional na internet. Com uma pequena diferença em relação à versão impressa: ao invés de você distribuí-lo por aí, os possíveis interessados nos seus serviços o encontrarão e terão muito mais informação sobre quem você é.
A partir dessa premissa, vale a leitura da reportagem de capa da edição 33 da revista Locaweb, “Sua empresa na internet”. Aqui mesmo no blog oferecemos pílulas diárias da importância de qualquer empresário ou profissional usar a web e suas plataformas para gerar oportunidades. A matéria em questão reforça que qualquer pessoa pode usufruir desses benefícios; de uma revendedora de produtos de beleza a redes de ensino espalhadas pelo mundo.
Pense no seguinte cenário: há 80 milhões de brasileiros com acesso à rede (IBOPE Nielsen); 97% deles trafegam por redes sociais como Facebook e Twitter; o comércio eletrônico cresceu 21% em 2011 (Forrester Search) e deve movimentar R$ 23,4 bilhões neste ano (eBit).
Desenhado esse ambiente, há websites, blogs, e-mail marketing, redes sociais, loja virtual, chat online e outras possibilidades de se usar a web a seu favor. Qual delas devo usar? Depende da sua estratégia.
A reportagem traz exemplos de pequenos negócios que a partir de tímidas iniciativas conseguiram superar suas expectativas de faturamento depois de usarem de forma adequada o e-mail marketing, o e-commerce e até uma fan page no Facebook, por exemplo.
De volta à questão do cartão de visitas, uma das dicas da Locaweb é a seguinte:
- sites estáticos são mais indicados para quem não precisa mudar o conteúdo a toda hora: escritórios de advocacia, consultórios médicos, profissionais como manicures e representantes de vendas. Comércios sem loja virtual também podem utilizar desse tipo de website;
- sites dinâmicos servem para aqueles que precisam de atualização constante de fotos, textos e vídeos, como hotéis, faculdades, bares, casas noturnas e lojas virtuais.
Que tipo de cartão de visitas você tem oferecido por aí?
4 dicas para diferenciar a descrição dos produtos no seu e-commerce
A previsão de faturamento do e-commerce para 2012 é de R$ 23 milhões, segundo a eBit. Para quem tem – ou pretende abrir – uma loja virtual, a preocupação para se abocanhar parte desse número é com o site e sua segurança para o usuário. Reforço que a maneira como se descreve os produtos ofertados é tão importante como os dois itens citados.
O número de lojas virtuais tende a crescer nos próximos anos e mais do mesmo será ofertado na web. Para se diferenciar da concorrência e atrair e-buyers, recomendo que não seja acomodado e apenas copie a descrição técnica dos produtos ou serviços que vende, duplicando o que já existe por aí. A seguir, quatro dicas para tornar sua descrição única.
- Foque no que faz seu e-commerce especial
O que faz a sua loja melhor que dezenas de outras com os mesmos produtos? Por que o consumidor deveria prestar mais atenção na sua vitrine online? Responda essas perguntas na descrição de cada produto. Ofereça incentivo para quem comprar mais de um produto, inclua comentários positivos de quem já comprou de você.
- Inclua um call-to-action
Demonstre aos compradores como é simples e seguro comprar de sua loja virtual. Descreve graficamente os passos da escolha do produto à finalização da compra. Posicione o botão “comprar” em lugar de destaque.
- Pense na cauda longa e nas palavras-chave
Uma ótima maneira de aumentar o tráfego da página de um produto específico é cuidar das palavras-chave e das marcas. Ao invés de “tênis de corrida” prefira “tênis de corrida Adidas”. Acrescente o código numérico do produto. Acredite, há muito internauta que busca por ele.
- Tenha de 25-50 fórmulas de descrições à mão
Quem tem uma loja virtual com centenas de dezenas de produtos deve se questionar como tornar única a descrição de cada item. A sugestão é ter à mão entre 25-50 descrições prontas e que somadas a palavras-chave tornem o conteúdo bom para os buscadores, e ainda melhor para quem tem de cadastrar o produto na loja virtual.
Essas 4 dicas de conteúdo aliadas a um bom vídeo demonstrativo, fotos atraentes e recomendações de clientes satisfeitos podem ajudar muito no SEO de sua loja virtual, além de aumentar a taxa de conversão. Boas vendas!
Leia também:
#dasbancas: conversão, redes sociais e responsive web design na Wide
Os sites de e-commerce com maior taxa de conversão, o planejamento para quem cuida de redes sociais e o conceito responsive web design. Esses são três destaques da revista Wide de janeiro/fevereiro 2012 que merecem a sua atenção. Eis os motivos:
A reportagem de capa (“Quem vende mais?”) oferece bons exemplos de sites de e-commerce que têm a maior taxa de conversão e ainda discute quatro fundamentos para lojas virtuais bem-sucedidas. Leia-se: planejamento do negócio, escolha do melhor nicho, usabilidade do site, plano de marketing.
“Use e abuse das fotos e vídeos. No comércio eletrônico, os clientes compram a imagem de um produto”, recomenda o consultor de vendas Rafael Campos à publicação.
A responsabilidade de quem administra as redes sociais de uma marca/empresa tem aumentado cada vez mais. E saber planejar e executar um plano de sucesso é fundamental. A reportagem “Mídias sociais sob sua responsabilidade” discute essa questão e procura responder dúvidas como “por onde começar?”, “quais as melhores estratégias?” e “copiar o que dá certo, vale a pena?”. Duas grandes reflexões desse artigo são o mapeamento de hubs sociais e a imersão do profissional de mídias sociais na cultura da empresa.
Por fim, se você não conhece o conceito de responsive web design, vá até a página 24 e desvende como muitos designers estão pensando sites para as mais diversas plataformas. Segundo a Wide, “responsive web design é, basicamente, um site responder ao dispositivo pelo qual ele está sendo acessado.” A publicação apresenta soluções inspiradoras e ainda aponta as seguintes regras desse novo conceito: foco no conteúdo, mobile first, grid flexível, imagens flexíveis e media queries.
A revista traz outros assuntos bem pertinentes para quem gosta de marketing, design e internet. #ficaadica



