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#dasbancas: o mercado de compras coletivas minguou?

examepme_maio13_midiariaE-mails de sites de compras coletivas com ofertas tentadoras ainda circulam em nossas caixas de entrada, mas esse mercado já não é mais o mesmo. Dos 1200 sites desse tipo de e-commerce, estima-se que metade fecharam ou foram absorvidos por grandes players. Segundo o e-Bit, o faturamento de comércios como Groupon e Peixe Urbano cresceu 3% em 2012 na comparação com 2011. Então, esse mercado minguou? Reportagem da revista Exame PME de maio explica que não.

A partir do estudo de caso, a publicação informa que o mercado de compras coletivas está se reinventando no país. O próprio Peixe Urbano – maior player no setor brasileiro, com faturamento de R$ 350 milhões em 2011 – diminuiu e está buscando novas formas de atender o e-consumidor, como o Peixe Urbano Delivery, para quem quer pedir comida pela internet.

O clickOn é outro exemplo de que esse mercado está passando por uma ressaca. A empresa fechou a operação em 40 cidades que atuava. Fora do Brasil a realidade não é muito diferente. O Groupon tem acumulado prejuízo nos Estados Unidos desde o ano passado.

O e-Bit aponta que a participação das compras coletivas nas vendas pela internet foi de 7,3% em 2012 ante 8,6% do ano anterior. O tíquete médio dos consumidores desse tipo de e-commerce foi de R$ 65,40 em 2012.

Para quem pensa em usar os sites de compras coletivas como forma de atração de novos clientes, é preciso ter uma estratégia muito bem definida. Fontes ouvidas pela Exame PME afirmaram que investiram nesse tipo de ação e não souberam fidelizar os novos consumidores.

Nossa visão: mesmo com o mercado de compras coletivas em reinvenção, ainda é possível extrair benefícios de ações nesses sites. Mas é muito importante planejar o que fazer depois de aceitar um cupom de desconto de um novo visitante.

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#video: o que o big data pode fazer por você?

O big data na prática

bigdataToda vez que fazemos uma busca no Google, produzimos zilhões de informações que indicam à empresa nossa localização geográfica, hábitos de navegação, tempo de permanência nas páginas da web e muito mais, principalmente quando estamos logados numa conta do Google e usando o navegador Chrome. Essa abundância de dados que disponibilizamos na internet é o famoso big data. E muitas empresas já se beneficiam do nosso rastro na web.

A Amazon – maior e-commerce do mundo – já entendeu que o big data deve ser explorado em sua estratégia. Atualmente, a cada 100 pessoas que entram na loja virtual, duas efetivam uma compra. Desses 2% a empresa sabe o nome, endereço, hábitos de consumo, e-mail, cartão de crédito e outras informações preciosas que podem ser usadas em campanhas. O grande desafio da Amazon hoje é buscar entender os demais 98%.

veja_ed2321_13maio13_midiariaA revista “Veja” desta semana traz uma reportagem especial sobre o assunto e promove uma grande reflexão: não adianta termos zilhões de dados à disposição se não sabemos analisá-los. E para isso entram em cena os algoritmos, sequências de instruções/programações a partir de ações que temos na internet (leia-se clique).

Já existem no mercado corretoras de dados, como a Acxiom, no Arkansas, que analisam as informações que deixamos na rede e as vendem agregadas à inteligência de mercado.

De um lado, temos pais de primeira viagem que abrem uma página para seus bebês no Facebook já distribuindo milhares de informações sobre a família na rede mundial, por exemplo. De outro, há iniciativas de estudiosos que analizam esses dados e conseguem desenhar um panorama das sociedades e até mesmo fazer previsões sobre o comportamento humano para os próximos anos.

Nossos cliques, a análise das corretoras de dados e o crescente uso de plataformas digitais mais inteligentes apontam que o big data veio para ficar. Cabe aos profissionais da comunicação, em parceria com estatísticos, fazer bom uso desse mar de dados.

#video: e se você tivesse de pagar pelo tipo de acesso à rede?

#video: o construtor de mundos, por Bruce Branit

#dasbancas: oportunidades e estratégias para marcas em mídias sociais

revistaProxxima_MAR13_midiariaGuaraná Antarctica, Skol e Coca-Cola têm muito a nos ensinar sobre como engajar e transformar seguidores em fãs, afinal, essas são as três marcas que mais engajam brasileiros nas mídias sociais.

Além do exemplo dessas grandes marcas, a edição de 1º de março da Proxxima traz uma análise da Socialbakers sobre o mercado brasileiro e as oportunidades na mídia social.
 
Segundo o gerente de mídias sociais da Ambev, a marca entendeu que precisava de uma audiência relevante para saber qual o tipo de conteúdo a ser compartilhado seria mais aderente. Recompensar o fã com vídeos e materiais exclusivos também faz a diferença.

Já a Coca-Cola aposta no SAC especializado em redes sociais para atender ao consumidor. Também utiliza os comentários e fotos postados pelos usuários para reforçar sua presença digital.

Uma análise da Socialbakers sobre o mercado brasileiro aponta que o Facebook teve incremento de 73% em sua audiência brasileira no último ano. Em média, mais de 24 mil fotos são postadas mensalmente no Facebook pelas marcas brasileiras.

Essa edição da Proxxima inaugurou uma nova fase da publicação. Desde o começo do mês, ela passou a ser semanal dedicada exclusivamente aos usuários de tablets iOS e Android. Nós aqui da midiaria.com já estamos fazendo o download da biblioteca completa da Proxxima.

Confira essa edição e as demais edições a partir deste link.

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#video: uma breve reflexão sobre a banda larga móvel segundo a Ericsson

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