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#dasbancas: novas ferramentas e técnicas para posicionar seu site no Google

revista wNossa indicação dessa semana é a matéria de capa da Revista W, que aborda as novas ferramentas e técnicas para posicionar um site nas primeiras páginas do Google. Quando assunto é SEO (Search Engine Optimization) é preciso estar preparado para uma mudança que é frequente. São ferramentas e técnicas que precisam evoluir para acompanhar as mudanças do Google e dos outros buscadores. É necessário entrar nesse “jogo” e brigar pela visibilidade nas primeiras páginas dos resultados de buscas, ou o site não será encontrado por ninguém.

No início das técnicas de SEO algumas empresas ficavam um pouco “nervosas” sobre o trabalho. Não se tratava das regras do Google, já que ainda não existiam tantas especificações. O SEO era algo falado secretamente, assim como troca de informações sobre motores de busca. Tudo isso era pensado como manipulação. Hoje isso já não é mais mantido em segredo, tanto o Google como o Bing têm publicado extensos guias e regras para webmasters, e a empresa até publicou um guia de SEO para iniciantes.

Para aprofundar nesse mundo SEO, das técnicas às ferramentas, recomendamos a leitura da matéria na íntegra da Revista W. Boa leitura!

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Crescimento e desafios das multi-telas. Por que você deve se preocupar com isso

bbc-connectingthestory-infographic“A televisão não existe mais. Agora tudo é tela.” A frase é de um dos ícones da TV pós-moderna, Marcelo Tas, em entrevista à revista INFO deste mês. À publicação, ele ainda diz que “não existe diferença entre assistir um vídeo no Youtube ou na TV”. Essa tendência está comprovada em diversas pesquisas, como o maior estudo sobre consumo de mídia e informações em múltiplas telas, realizado pela BBC em parceria com o instituto Insights Consulting e divulgado em março desse ano.

A pesquisa analisou o comportamento de 3600 usuários de nove países (infelizmente não estamos na lista!) que fazem uso de, no mínimo, três aparelhos, entre televisão, smartphones, computadores, tablets, etc. O resultado? Não há competição entre os dispositivos, mas sim, complementação entre o uso de diversos aparelhos. Para se ter uma ideia, 83% dos donos de tablets fazem uso dessa tela enquanto assistem TV (veja no infográfico acima outros dados interessantes desse estudo).

Mesmo fora dessa pesquisa, acredito que a realidade brasileira é bem parecida com o que vemos em países como Australia, Singapura, India, África do Sul, Alemanha, França e Estados Unidos. Não à toa, novelas como “Avenida Brasil”, o reality show “Big Brother”, ambos da TV Globo, e o próprio “CQC” de Marcelo Tas na Band estão frequentemente nos trending topics do Twitter e são fonte de comentários no Facebook. A classe média que está frente à televisão tem um tablet ou smartphone na mão.

Outro estudo do Google/Ipsos de agosto de 2012 reporta que PCs nos mantém produtivos e informados, smartphones nos conectam e tablets nos entretém.

As multi-telas estão cada vez mais presentes na sociedade contemporânea. Cabe à comunicação fazer bom uso de outra informação que deriva dessas pesquisas e tendências: um em cada sete usuários de smartphone responde a um anúncio que surge em sua tela. Para TV e desktop essa proporção é de um para cinco e um para quatro, respectivamente.

Ou seja, para os próximos anos, os usuários de dispositivos móveis verão tanta propaganda nessas telas quanto veem na TV. Com um pequeno detalhe: eles poderão escolher se querem ou não ver seu conteúdo.

Veja também: 

 

#video: como o Google mudou seu processo e melhorou o design de seus apps

#infográfico: veja todos os produtos para mobile da Google

google-mobile_midiaria_MAR13Maps, Adwords e Goggles são apenas alguns dos muitos produtos que a Google disponibiliza para os dispositivos móveis. Eles facilitam – e muito – a vida do usuário, mas também geram uma imensidão de oportunidades para ações mobile. Quer saber como? Continue lendo esse post!

A Word Stream reuniu todos os serviços da gigante da internet em um infográfico muito útil sobre como funciona cada produto, como utilizá-lo e como o Google ganha dinheiro com eles.

Antes de ir direto ao infográfico, tenha em mente que a Google trabalha seus produtos para mobile em 4 áreas estratégicas:

  • Anúncios mobile;
  • Aplicativos mobile;
  • Conteúdo para mobile;
  • Dispositivos mobile.

Além dessas informações preciosas, o infográfico ainda traz uma avaliação desses produtos seguindo um conceito de qualidade, adoção pelo mercado, valor para o usuário e originalidade.

Confira o infográfico em tamanho real aqui e divirta-se!

Você já conhece o Google Tag Manager?

O Google tem uma nova ferramenta, o Google Tag Manager, que permite a partir dela o gerenciamento de tags no seu site.  A partir de uma etiqueta instalada dentro da tag <body> é possível resolver aqueles problemas ocorridos na interface entre agência, cliente, métricas e equipe de TI. Uma vez implementada uma simples tag em todas as páginas do site é possível adicionar diversas tags desde conversões no Google Adwords em páginas específicas do site ou até mesmo tags customizadas. A ferramenta apresenta diversos recursos interessantes como o uso de expressões regulares, controle de versões anteriores, acesso a múltiplos usuários e ainda a possibilidade de configurar macros para que as tags sejam inseridas somente em situações específicas. Conheça um pouco sobre a ferramenta no vídeo abaixo:

O que se deve fazer para criar um perfil no Google Tag Manager?

Passo 1:

Acesse http://www.google.com/tagmanager . Lá você poderá agrupar todas as tags do seu site;

Passo 2:

Insira o domínio que será gerenciado sem colocar o WWW;

Passo 3:

Agora basta inserir o código fornecido pelo Google na tag <body> do seu HTML.

Caso você esteja utilizando o gerenciador de conteúdo (CMS) WordPress para seu site, você pode seguir as seguintes instruções: vá ao menu lateral Aparência > Editor e no arquivo header.php insira o código logo após a tag <body> que provavelmente estará neste arquivo do seu template.

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#dasbancas: o trabalho do futuro chegou!

revista_info_FEV13_midiariaJá imaginou tirar férias ilimitadas, ter horários flexíveis, bônus superior ao do mercado e ainda NÃO ter chefe? Detalhe: você ainda é empregado de uma corporação, mas não daquela que estamos acostumados. Isso já acontece por aí – inclusive no Brasil – e tem feito muitas empresas inovarem e faturarem milhões!

A edição de fevereiro da revista Info Exame traz exemplos de empresas que estão mudando seus processos e oferecendo aos seus colaboradores condições de trabalho dignas da geração Y.

O caso das férias ilimitadas é real e já está em prática na americana Netflix. Já no portal brasileiro vagas.com não existe chefe, a estrutura da organização é horizontalizada, proporcionando mais espaço para as pessoas criarem. O escritório da Google em São Paulo é outro exemplo dos espaços corporativos do futuro: mais fun e mais interativo.

Não são somente o espaço corporativo e a política de bônus que estão mudando. A cultural fit, conceito cunhado por Lauren Rivera para descrever pessoas mais flexíveis e adaptáveis, está tomando as empresas e promete fazer valer a atitude ao MBA.

Para quem pensa em abrir uma empresa ou start-up, a reportagem de capa da Info Exame é um bom começo.

#boaleitura

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#dasbancas: link patrocinado vale a pena?

examePME_JAN13_midiariaDepende. A resposta é da reportagem da edição de janeiro da revista Exame PME, que conversou com especialistas do setor e elencou sete estratégias para se extrair o máximo de retorno dos anúncios feitos nos buscadores.

Segundo um dos especialistas ouvidos pela publicação, atualmente, metade dos investimentos em marketing na internet são dedicados aos anúncios em buscadores como o Google e o Bing. A compra de termos pede cautela. É preciso pensar em algumas questões antes de dar seu lance.

#1 – procure a agência certa: é de praxe no mercado publicitário que se cobre 20% de comissão sobre o investimento feito em anúncios. Por isso é importante selecionar um bom fornecedor, que tenha experiência e ofereça relatórios e acesso direto do anunciante às estatísticas da ferramenta;

#2 – controle de gastos: um profissional experiente saberá otimizar o investimento nos termos escolhidos, no período da campanha e no tipo de anúncio a ser veiculado;

#3 – escolha da vitrine: não há somente o buscador do Google no mercado, apesar de sua imensa popularidade. Bing, Yahoo e o LinkedIn podem apresentar resultados muito satisfatórios, dependendo da estratégia do anúncio;

#4 – palavra certa: a seleção de termos a serem comprados deve ser feita com cautela. Com o dinamismo do mercado, é preciso fazer uma curadoria de palavras que se adequem aos objetivos da campanha e otimizem o investimento;

#5 – atenção ao público-alvo: outro ponto a ser pensado antes de iniciar uma campanha de links patrocinados é escolher seu target por sexo, idade, cidades e regiões onde os anúncios serão exibidos;

#6 – compreensão do anúncio: vender um produto ou serviço em menos de 100 caracteres é uma tarefa desafiadora. Um bom profissional de links patrocinados saberá escolher as frases que mais chamam a atenção dos usuários;

#7 – avalie os resultados: mais do que anunciar, é preciso rever os números da campanha e saber a hora certa de aumentar o investimento, mudar os textos dos anúncios e até mesmo os termos comprados. É recomendado que se avalie a performance de uma campanha de links patrocinados diariamente.

Se precisar de ajuda com links patrocinados, escreva para os especialistas da midiaria.com. Eles saberão indicar os profissionais e parceiros mais indicados para sua campanha.

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