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Um bilhão de turistas e oportunidades

infographic_1milhaoturistas_midiariaEm dezembro passado, uma turista brasileira marcou simbolicamente a viajante número 1 bilhão do mundo a cruzar uma fronteira em 2012. Ela estava viajando para a Argentina. O feito foi contabilizado pela World Tourism Organization (UNWTO), entidade que monitora o turismo pelo planeta. Segundo ela, esse é o mesmo número de oportunidades que estão disponíveis por aí para empresas e profissionais.

Pensando que cada turista representa uma oportunidade para qualquer comércio ou marca interagir, temos muito a ser feito nos próximos meses. Enxergar um bilhão de oportunidades significa avaliar cada viajante como um potencial consumidor, com desejos e expectativas a serem supridas. E se não for pela sua marca, certamente será pela do concorrente.

Em sua maioria, os turistas que mais viajam são os europeus, assim como os destinos mais visitados estão no velho continente. No entanto, a América já representa 16% dos destinos visitados.

Os motivos para cruzar fronteiras são os mais diversos, mas resumidamente se concentram em: 51% em lazer e férias, 27% em visitas a familiares e turismo de saúde, e 15% em negócios.

Economias emergentes e avançadas, como a brasileira, apresentam uma curva ascendente de visitantes nos últimos anos.

O que tenho a ver com isso se não trabalho com turismo?
Tudo! Seja você dono de um restaurante ou gerente de uma loja de roupas, é importante saber quem são e o que querem esses turistas. Lembrando que eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas potencializam o trânsito de viajantes.

Como atrair esse público?
Essa é a hora de rever a maneira como você se comunica com seus consumidores e clientes em potencial. Que tal planejar suas ações de marketing visando ampliar seu mercado? Precisando de ajuda, escreva para os especialistas da midiaria.com

Dê atenção ao mercadinho do seu bairro

mercado_brasileiro_nielsen_midiariaPara cada um milhão de brasileiros, temos 367 mercearias/lojas de bairro ante 5 hipermercados e 37 supermercados. Ou seja, o mercadinho próximo da sua casa é muito importante para movimentar a economia do país e pode ser um grande prospect para se trabalhar marketing digital.

Os dados foram divulgados recentemente pela Nielsen, que estuda o varejo nacional e o comportamento do consumidor.

Ainda segundo a Nielsen, 55% dos aparelhos celulares no Brasil (mais de 200 milhões) têm acesso à internet. No entanto, apenas 2% dos consumidores adquirem com frequência produtos via internet móvel. O que reforça o poder do mercadinho de bairro.

Agora imagine a quantidade de ações que podem ser feitas localmente com esses comércios tão importantes para nossa economia.

Apesar de comprarem muito pouco pelo celular, os brasileiros estão conectados e podem ser impactados por uma ação de geolocalização via Foursquare, por exemplo. Aqueles cartazes escritos à mão que vemos na porta do mercado podem ganhar um QR Code com muito mais informações para quando o estabelecimento estiver fechado. E essas são apenas ideias básicas.

Uma fan page no Facebook pode atrair os consumidores locais e avisar sobre uma nova promoção ou mesmo compartilhar as ofertas do dia, além de oferecer uma riqueza de dados sobre os curtidores/consumidores como idade, sexo, preferências, etc.

Um outro dado da Nielsen colabora e muito para que ações desse tipo em comércios locais dêem certo. O consumidor está aberto a comprar outra marca se não encontrar aquela de sua preferência (veja no quadro abaixo como ele se comporta diante dessa situação). Sabendo disso, as plataformas digitais e redes sociais podem ser usadas para mostrar ao consumidor as opções que ele têm e que são mais adequadas ao seu gosto.

#ficadica

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Geração Y representará 44% da população economicamente ativa em 2025

Conforme dados apresentados pelo estudo da consultoria Booz Allen, 44% da população economicamente ativa pertencerá à geração Y (pessoas nascidas entre 1980 e 2000) até 2025. O dado, revelado durante a Ciab/Febraban, serviu de alerta para que as instituições financeiras preparem ofertas adequadas ao novo perfil desses clientes. O setor financeiro é um dos mais atrasados no atendimento às demandas específicas da geração Y, a qual se destaca pelo uso intensivo de novas tecnologias e das ferramentas colaborativas, aponta a consultoria. Como resultado, o levantamento da Booz mostra que, entre os principais segmentos da economia, os bancos são os que menos investem em novos formatos de comunicação e nas mídias sociais.

Além disso, dos 100 maiores bancos do mundo, apenas 5 deles têm presença consistente nas redes sociais. Uma situação que tende a mudar em breve, pontua a Booz. Para justificar a perspectiva, a entidade aponta que, nos últimos anos, o setor ampliou em 98% os investimentos em ferramentas colaborativas, enquanto incrementou em apenas 13% os gastos com outras iniciativas ligadas à internet.

Um grande desafio para as companhias financeiras está na segmentação das ofertas de produtos, além de um extremo cuidado com processos. Essa geração é ansiosa, exigente e mais ágil na busca de alternativas, além de exigir uma personalização dos serviços. Nesse aspecto, o departamento de tecnologia tem um dos papéis mais importantes em adaptar as ofertas a esse novo perfil de clientes.

Para Edson Fregni, da Sciere, a melhor maneira de entender esses jovens clientes é ouvir a própria geração Y. O executivo usa o iPhone como exemplo. Segundo ele, quem desenvolveu o equipamento não foi a Apple, mas os próprios consumidores, por meio de suas escolhas ao longo dos últimos anos. Segundo ele, os bancos deveriam seguir o exemplo da empresa de Steve Jobs.

Assista à matéria abaixo, exibida no programa Conexão Futura sobre Geração Y e oportunidades no mercado de trabalho:

#Infográfico: pequenos empresários vão apostar mais em marketing em 2013

Qual é a porcentagem de empreendedores que estão a frente do marketing de seus negócios? Segundo pesquisa da norte-americana AWeber, empresa que trabalha com ferramentas de e-mail marketing, 77% dos donos de PMEs são responsáveis pelas decisões sobre as ações de marketing de suas empresas. Quer saber o que eles planejam para 2013? Continue lendo esse post.

Para a pesquisa foram entrevistados 3 mil pequenos empreendedores ao redor do mundo para verificar suas expectativas neste ano. Os empresários de pequenos negócios estão otimistas: 67% pretendem aumentar os investimentos em marketing nos próximos 12 meses.

Do total de entrevistados, 93% têm cinco ou menos funcionários. Mas isso não os impede de pensar grande. A maioria pretende ampliar sua presença nas redes sociais:

  • 72% em blogs;
  • 70% no Facebook;
  • 58% no twitter;
  • 50% no Google Plus;
  • 49% no Linkedin.

Você é dono de um negócio com potencial de expansão em 2013? Vai apostar mais em marketing nesse ano? Escreva pra gente!

Veja outras notícias com infográficos aqui

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QR Code ganha mais espaço no marketing. Veja estudo e saiba como usá-lo

Leia o código e veja o conteúdo que preparamos para você!

Leia o código e veja o conteúdo que preparamos para você!

Os códigos bidimensionais Quick Response, mais conhecidos por QR Codes, têm adesão de 19% dos americanos. Em 2011, eles atraiam apenas 5% dos consumidores impactados por esse tipo de comunicação. O aumento chamou a atenção dos profissionais de marketing que não apostavam nos códigos de resposta rápida em suas estratégias. Essa é apenas uma das revelações de um estudo feito pela Pitney Bowes Inc. e que, certamente, reflete a realidade brasileira.

Cerca de 5 mil consumidores foram entrevistados nos Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha. Na média geral, 15% dos consumidores se disseram interessados nos QR codes que aparecem em anúncios impressos, na web e na TV.

Eis o resultado de adesão por país:

  • Estados Unidos – 19%
  • Reino Unido – 15%
  • Alemanha – 14%
  • França – 12%

pitney-bowes-qr-codes-use-US-Europe_293_378_72Essa realidade se reflete no Brasil? Sem dúvida. É cada vez mais comum encontrarmos códigos de resposta rápida em capas de revista, posters em shopping centers, informes enviados pelos Correios e até mesmo na web. Todos incitam o consumidor a descobrir o destino do QR code e interagir com esse conteúdo.

Com relação aos locais onde esses códigos têm mais adesão, as revistas estão em primeiro lugar com 15%, seguidas comunicações enviadas pelos Correios (13%), posters (10%), websites (8%), e-mails (5%) e TV (4%). Entre os jovens de 18 a 24 anos, a curiosidade em desvendar os QR codes é ainda maior, com cerca de 39%, nos Estados Unidos, por exemplo.

Dicas preciosas

Com a explosão dos smartphones e dos tablets no Brasil, a adesão dos usuários tende a aumentar, principalmente quando provocada por uma boa estratégia. Abaixo, algumas dicas de como utilizar os QR codes em sua comunicação:

  • aposte os QR codes em peças impressas, como revistas e pacotes enviados aos clientes;
  • junto ao código, divulgue uma mensagem que demonstre o valor agregado que o cliente ganhará ao escanear o código;
  • ofereça uma landing page amigável para quem escanear o código;
  • use o QR code para integrar uma campanha on e off lines;
  • mensure os resultados de acesso;
  • agradeça e recompense os que aderirem à sua campanha.

Precisa de ajuda para iniciar uma campanha com uso do QR code? Escreva para os especialistas da midiaria.com

Faça o download da pesquisa sobre o uso do QR code da Pitney Bowes aqui.

Veja nossa seleção de artigos e cases com QR Code

Nota: faça o download de um leitor de códigos bidimensionais gratuitamente acessando esse link do seu celular ou tablet.

#infográfico: 10 maneiras de converter mais consumidores usando psicologia

Quando o assunto é aumentar a conversão de curiosos em consumidores e clientes, eis que surge a dúvida: como fazer isso? Um infográfico da Help Scout traz 10 maneiras de promover mais vendas por meio da psicologia.

Cada insight proposto é amparado por um estudo comportamental. Abaixo, alguns destaques:

  • Ajude seus consumidores a agirem!

Ofereça alguns agrados demonstrando como é fácil dar o primeiro passo para comprar seu produto ou serviço. Exemplo: ofereça desconto no primeiro mês ou primeira compra;

  • Segmente e reconheça seus consumidores.

A ideia é oferecer aos mais ativos um selo que marque como ele é especial. O Foursquare faz isso muito bem ao oferecer badges aos usuários.

  • Admitir as falhas faz bem.

Um estudo de compartamento mostra que as pessoas admiram mais as empresas que admitem seus erros e se desculpam em público. Essa atitude aproxima a marca do consumidor, fazendo com que ele não tenha medo de comprar de determinada empresa.

  • Entenda os 3 tipos de consumidores.

Segundo a neurociência usada na economia, há consumidores gastadores, medianos e pão-duros. Para esse último grupo, invista em campanhas que valorizem produtos vendidos em conjunto, por exemplo.

  • Defenda uma causa!

A psicologia afirma que as pessoas estão mais abertas a consumir de marcas que defendem causas nobres e dedicam parte de seus lucros à solidariedade. É como se o cliente estivesse fazendo o bem por meio da marca.

Confira outros destaques no infográfico abaixo. Veja nosso painel de infográficos no Pinterest.

#Infográfico revela as “boas” maneiras ao celular

Você já reparou como as pessoas se comportam com um dispositivo móvel nas mãos? Se você ainda não teve a oportunidade, esse infográfico da Online College traz curiosidades de como podemos ser mal educados só porque temos um celular em punho.

As informações coletadas têm como base os Estados Unidos, mas ao analisar cada tópico fica clara a comparação com o Brasil – o país mais “social” do mundo, como dizem por aí.

Assim como o Brasil, os EUA têm mais aparelhos celulares que habitantes. Lá são 300 milhões de pessoas e 330 milhões de dispositivos. No Brasil, somos 193 milhões de habitantes e mais de 200 milhões de aparelhos.

A cada minuto são enviados 3,5 milhões de mensagens via celular nos EUA. Nas escolas, 9 de 10 estudantes trocam SMS enquanto em sala de aula.

Fora do ambiente escolar, 10% dos entrevistados menores de 25 anos afirmaram que já trocaram mensagens durante uma relação sexual. Já entre adultos, 15% confirmaram já ter atendido uma ligação durante o sexo.

E se no Brasil é comum ver pessoas ao celular no trânsito, nos Estados Unidos isso é hábito. 3 em 4 pessoas falam ou trocam mensagens via celular enquanto estão dirigindo. Essa mesma proporção serve para os americanos que vão ao banheiro com os aparelhos.

Você atenderia uma ligação enquanto usa o vaso sanitário? 63% dos norte-americanos afirmaram que sim e 41% confirmaram que otimizam a visita ao toalete fazendo uma ligação.

O estudo mostra ainda que as pessoas falam três vezes mais alto quando atendem o celular, fazendo com que 55% das pessoas em volta fiquem incomodadas por “participarem” da conversa alheia.

Mesmo com esses números curiosos, 90% dos usuários de telefone celular acreditam que têm boas maneiras ao usar o aparelho.

Você concorda?

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