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#Infográfico: as 25 marcas que mais engajam no Twitter
Mais de 70% dos consumidores que seguem as maiores marcas nas redes sociais ficam sem resposta, aponta uma pesquisa de dezembro de 2012 da Acquity Group, dos Estados Unidos. A partir desse cenário, a startup Nestivity analisou as marcas que mais interagem com seus seguidores no Twitter. O estudo com as cem marcas que mais geram engajamento rendeu um infográfico bem bacana.
Uma das constatações da Nestivity é que marcas com mais de um milhão de seguidores, como @JetBlue, @AmericanExpress e @WholeFoods, não respondem ou interagem com seus públicos. O que nos leva a crer que mais do que quantidade, é importante se comunicar com sua audiência, seja ela do tamanho que for.
Os perfis @Notebook, @Disneywords, @ESPN, @PlayStation e @Disney formam o TOP 5, respectivamente, como as marcas que mais se comunicam com seus seguidores. Como essas marcas chegaram lá? Elas encontraram a frequência certa de postagens, a linguagem adequada para se comunicar e o primordial: respondem os seguidores!
Outras dicas interessantes colhidas pelo estudo da Nestivity:
- Os tweets postados às quartas-feiras foram os mais compartilhados nessa mídia;
- 78% do conteúdo compartilhado no Twitter está atrelado à imagem e 18% a vídeo.
Minha dica: avalie os perfis que mais se aproximam do seu negócio e estude como eles usam o Twitter. A lição de casa pode render um upgrade no seu perfil.
Crescimento e desafios das multi-telas. Por que você deve se preocupar com isso
“A televisão não existe mais. Agora tudo é tela.” A frase é de um dos ícones da TV pós-moderna, Marcelo Tas, em entrevista à revista INFO deste mês. À publicação, ele ainda diz que “não existe diferença entre assistir um vídeo no Youtube ou na TV”. Essa tendência está comprovada em diversas pesquisas, como o maior estudo sobre consumo de mídia e informações em múltiplas telas, realizado pela BBC em parceria com o instituto Insights Consulting e divulgado em março desse ano.
A pesquisa analisou o comportamento de 3600 usuários de nove países (infelizmente não estamos na lista!) que fazem uso de, no mínimo, três aparelhos, entre televisão, smartphones, computadores, tablets, etc. O resultado? Não há competição entre os dispositivos, mas sim, complementação entre o uso de diversos aparelhos. Para se ter uma ideia, 83% dos donos de tablets fazem uso dessa tela enquanto assistem TV (veja no infográfico acima outros dados interessantes desse estudo).
Mesmo fora dessa pesquisa, acredito que a realidade brasileira é bem parecida com o que vemos em países como Australia, Singapura, India, África do Sul, Alemanha, França e Estados Unidos. Não à toa, novelas como “Avenida Brasil”, o reality show “Big Brother”, ambos da TV Globo, e o próprio “CQC” de Marcelo Tas na Band estão frequentemente nos trending topics do Twitter e são fonte de comentários no Facebook. A classe média que está frente à televisão tem um tablet ou smartphone na mão.
Outro estudo do Google/Ipsos de agosto de 2012 reporta que PCs nos mantém produtivos e informados, smartphones nos conectam e tablets nos entretém.
As multi-telas estão cada vez mais presentes na sociedade contemporânea. Cabe à comunicação fazer bom uso de outra informação que deriva dessas pesquisas e tendências: um em cada sete usuários de smartphone responde a um anúncio que surge em sua tela. Para TV e desktop essa proporção é de um para cinco e um para quatro, respectivamente.
Ou seja, para os próximos anos, os usuários de dispositivos móveis verão tanta propaganda nessas telas quanto veem na TV. Com um pequeno detalhe: eles poderão escolher se querem ou não ver seu conteúdo.
Veja também:
Empresas brasileiras falham ao oferecer experiência de consumo, aponta estudo
As empresas brasileiras têm apostado nos dispositivos móveis para atrair os consumidores que buscam por seus produtos. 59% delas investem em mobile no pré-venda. No entanto, a experiência de consumo pós-venda ainda é muito fraca, como aponta uma recente pesquisa da Oracle com 1.342 executivos seniores questionados no mundo. No Brasil, empresários calculam perdas de até 25% do faturamento por oferecerem má experiência aos clientes.
Das empresas brasileiras participantes da pesquisa realizada em fevereiro deste ano, 74% ainda estão planejando ações voltadas para a experiência de consumo em todos os momentos de interação com o cliente. Apenas 10% afirmaram ter programas bem definidos e implementados.
Mais de 70% dos executivos entrevistados entendem que os consumidores de hoje têm mais voz e poder que há três anos, assim como sabem que boas experiências com suas marcas transformam clientes em consumidores fiéis.
Para os próximos dois anos, 35% das empresas participantes do estudo integrarão todos os canais para atender as demandas dos consumidores; 30% vão apostar mais nos serviços de seus websites.
Quando questionadas sobre quais os maiores entraves para oferecer uma experiência de consumo adequada, as empresas culparam os processos internos (40%), infraestrutura e tecnologia (36%) e dificuldade em rastrear a performance do atendimento ao consumidor (26%).
Confira o estudo completo e os dados do Brasil no site da Oracle.
#indico: estudo aponta como indústria e varejo devem agir com novo consumidor
Acesso à internet, uso de smartphone e de mídias sociais estão crescendo mundialmente. Essas tecnologias permitem que, cada vez mais, as pessoas acessem informações quando e onde quiserem, principalmente quando consumindo um produto ou serviço. O grande desafio para indústria e varejo é fazer com que essas informações estejam disponíveis. Um estudo da consultoria Capgemini, em parceira com a GS1, organização global de padrões, e o Consumer Goods Forum auxilia nessa demanda.
Vale ler com muita cautela o estudo The Future of Standards in the Consumer Goods & Retail Industry: Cut costs and meet new consumer needs (“O Futuro dos Padrões na Indústria de Bens de Consumo & Varejo: Reduza os custos e atenda as necessidades dos novos consumidores”). Mais de 20 executivos de grandes indústrias e varejos do mundo foram entrevistados e assumiram a mudança de abordagem dos consumidores em relação às compras como a força dominante que moldará o setor na próxima década. A natureza das interações dos fabricantes e varejistas com os consumidores mudou drasticamente e continuará evoluindo.
Hoje, qualquer varejo precisa oferecer informações consistentes em todos os canais: na loja, online e móvel. Se o proprietário da marca ou o varejista não pode fornecer informações suficientes para “saciar” o apetite do consumidor, os consumidores irão recorrer a outras fontes, que podem ser falsas ou enganosas.
Uma pesquisa realizada pela GS1 do Reino Unido mostra que 91% dos códigos de barras lidos por celular não tinham ou forneciam descrições incorretas sobre o produto. A análise da Clavis Technologies mostra que estavam faltando informações essenciais em 67% dos produtos, tais como o nome da marca, ingredientes ou informações nutricionais nos principais sites de comércio eletrônico.
Outro ponto avaliado no estudo da Capgemini é como o varejo deve agir já que os consumidores também exigem eficiência no pós-compra de serviços, tais como notificações de recall de produtos, atualizações de informações em tempo real e ininterruptas e serviço de atendimento ao cliente.
Veja a íntegra do estudo da Capgemini no site da consultoria
Um bilhão de turistas e oportunidades
Em dezembro passado, uma turista brasileira marcou simbolicamente a viajante número 1 bilhão do mundo a cruzar uma fronteira em 2012. Ela estava viajando para a Argentina. O feito foi contabilizado pela World Tourism Organization (UNWTO), entidade que monitora o turismo pelo planeta. Segundo ela, esse é o mesmo número de oportunidades que estão disponíveis por aí para empresas e profissionais.
Pensando que cada turista representa uma oportunidade para qualquer comércio ou marca interagir, temos muito a ser feito nos próximos meses. Enxergar um bilhão de oportunidades significa avaliar cada viajante como um potencial consumidor, com desejos e expectativas a serem supridas. E se não for pela sua marca, certamente será pela do concorrente.
Em sua maioria, os turistas que mais viajam são os europeus, assim como os destinos mais visitados estão no velho continente. No entanto, a América já representa 16% dos destinos visitados.
Os motivos para cruzar fronteiras são os mais diversos, mas resumidamente se concentram em: 51% em lazer e férias, 27% em visitas a familiares e turismo de saúde, e 15% em negócios.
Economias emergentes e avançadas, como a brasileira, apresentam uma curva ascendente de visitantes nos últimos anos.
O que tenho a ver com isso se não trabalho com turismo?
Tudo! Seja você dono de um restaurante ou gerente de uma loja de roupas, é importante saber quem são e o que querem esses turistas. Lembrando que eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas potencializam o trânsito de viajantes.
Como atrair esse público?
Essa é a hora de rever a maneira como você se comunica com seus consumidores e clientes em potencial. Que tal planejar suas ações de marketing visando ampliar seu mercado? Precisando de ajuda, escreva para os especialistas da midiaria.com
Dê atenção ao mercadinho do seu bairro
Para cada um milhão de brasileiros, temos 367 mercearias/lojas de bairro ante 5 hipermercados e 37 supermercados. Ou seja, o mercadinho próximo da sua casa é muito importante para movimentar a economia do país e pode ser um grande prospect para se trabalhar marketing digital.
Os dados foram divulgados recentemente pela Nielsen, que estuda o varejo nacional e o comportamento do consumidor.
Ainda segundo a Nielsen, 55% dos aparelhos celulares no Brasil (mais de 200 milhões) têm acesso à internet. No entanto, apenas 2% dos consumidores adquirem com frequência produtos via internet móvel. O que reforça o poder do mercadinho de bairro.
Agora imagine a quantidade de ações que podem ser feitas localmente com esses comércios tão importantes para nossa economia.
Apesar de comprarem muito pouco pelo celular, os brasileiros estão conectados e podem ser impactados por uma ação de geolocalização via Foursquare, por exemplo. Aqueles cartazes escritos à mão que vemos na porta do mercado podem ganhar um QR Code com muito mais informações para quando o estabelecimento estiver fechado. E essas são apenas ideias básicas.
Uma fan page no Facebook pode atrair os consumidores locais e avisar sobre uma nova promoção ou mesmo compartilhar as ofertas do dia, além de oferecer uma riqueza de dados sobre os curtidores/consumidores como idade, sexo, preferências, etc.
Um outro dado da Nielsen colabora e muito para que ações desse tipo em comércios locais dêem certo. O consumidor está aberto a comprar outra marca se não encontrar aquela de sua preferência (veja no quadro abaixo como ele se comporta diante dessa situação). Sabendo disso, as plataformas digitais e redes sociais podem ser usadas para mostrar ao consumidor as opções que ele têm e que são mais adequadas ao seu gosto.
#ficadica




