Arquivos do Blog
Transforme seu negócio num empreendimento social
As mídias sociais estão se tornando cada vez mais populares nos negócios e empreendimentos. No entanto, não basta abrir uma fan page no Facebook ou um perfil no Twitter, é preciso ter o que Charlene Li e Brian Solis estão chamando de Estratégia Social de Negócios.
Segundo os especialistas, há seis passos a serem percorridos pelos negócios para que ações em mídias sociais sejam usadas de forma efetiva e madura. Em resumo:
- Escute a audiência para aprender como se aproximar dela e planejar ações;
- Marque presença nas mídias com conteúdo adequado e com objetivo;
- Promova o diálogo para ter engajamento; e isso começa dentro da própria organização;
- Organize-se! Tenha um sponsor para seu projeto de Estratégia Social de Negócios na empresa. Também é importante criar processos e governança para as ações em mídias sociais;
- Permita que seu plano cresça envolvendo gradativamente C-level, RH, o departamento comercial e os demais envolvidos;
- Conversão: com a maturidade e o envolvimento de todas as áreas, a filosofia de que seu negócio é social estará presente dentro e fora da organização.
Ainda segundo a dupla Charlene e Solis, essa transformação depende de alguns fatores que pedem nossa atenção, como:
- procurar as pessoas certas a serem envolvidas nesse projeto;
- buscar um sponsor que entenda a importância de uma estratégia de mídias sociais;
- investir em tecnologia somente depois de saber como ela será usada.
Essas informações estão no report ofertado gratuitamente pela Atimeter. Confira abaixo:
#Infográfico: conheça o perfil do empreendedor brasileiro
Uma pesquisa realizada pela Global Entrepreneurship Monitor 2012 (GEM) mostrou que quase 44% dos brasileiros sonham em ter um negócio próprio. É o que nos mostra o infográfico em uma visão mais ampla a nível Brasil, onde podemos destacar:
- 43,5% sonham em ter seu negócio próprio vs. 24,7% que sonham em fazer carreira em uma empresa;
- De 2011 para 2012 o índice de empreendedorismo saltou de 26,9% para 30,2%;
- A região do Brasil que mais empreende é a Norte com 34,2%, seguida da Nordeste com 30,4%;
- A escolaridade que mais prevalece no empreendimento é de pessoas com segundo grau completo (47%);
- A faixa etária que está mais empreendendo atualmente está entre 25-34 anos;
E surge uma pergunta que gostaríamos da sua opinião. Você acredita que daqui 5 anos as empresas sofrerão um apagão imensurável de mão de obra por conta de profissionais que optaram por empreender?
#dasbancas: economia criativa e dicas para empreender com novas ideias
A economia criativa cresceu 14,4% no mundo entre 2002 e 2008. No Brasil, essa taxa ainda é menor, chega a 6,13%, mas há muita oportunidade por aí. A reportagem de capa da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios de outubro traz dados e formas de se faturar com essa tendência mundial que compreende negócios criados nas mais diversas áreas, como artes visuais, cinema, conteúdo digital, design, software entre outras. Nesse tipo de economia, os produtos são valorados não pelos ativos fixos, mas sim pelas ideias e pelo talento.
O marco do modelo de economia criativa é o livro do economista John Howkins, lançado em 2001 com o conceito de como as pessoas fazem dinheiro a partir de ideias. No entanto, a movimentação desses novos negócios surgiu em 1994, na Austrália. Ou seja, a economia criativa já é bem difundida pelo mundo. China, Estados Unidos e Alemanha são os países que mais produzem com base nesse conceito. O Brasil ocupa a 46ª posição no Índice de Criatividade Global de 2011 elaborado pelo economista americano Richard Florida. Ainda falando do Brasil, em 2010 foram gerados pela economia criativa R$ 104 milhões, ou seja, 2,84% do PIB nacional.
Como você pode se beneficiar dessa economia criativa?
A PEGN traz uma lista de 10 dicas para transformar suas ideias em dinheiro. Segue um resumo:
- Antes de começar a empreender, busque parceiros e pessoas que se identificam com suas ideias;
- Tenha noções básicas de gestão e finanças. Não basta criar, é preciso empreender;
- Saiba tudo sobre propriedade intelectual, direitos autorais e patentes;
- Seja um especialista na área que quer atuar;
- Mergulhe na cultura do país onde quer empreender para encontrar recursos como insights e parcerias;
- Monte um time, não trabalhe sozinho;
- Esteja a par das novas tecnologias, elas ajudam na otimização de negócios e projetos;
- Compartilhe ideias e busque inspiração nas redes sociais;
- Faça workshops sobre mídias digitais, estude design, frequente feiras de negócios, etc;
- Busque escala ao padronizar a produção de seu produto/serviço a um custo baixo.
A reportagem ainda traz uma lista de consultorias, incubadoras e entidades que podem ajudar empreendedores a se beneficiarem da economia criativa e, obviamente, colaborar com ao desenvolvimento do país.
#dasbancas: pesquisa aponta perfil do empreendedor digital
Nossa dica dessa semana é a reportagem Negócios Digitais da Revista Meu Próprio Negócio, edição especial – Lucre com E-commerce. A matéria aborda uma pesquisa encomendada pela RBS que aponta que os negócios em ascensão no mundo digital são os relacionados a conteúdo, social media, web mobile e e-commerce; e revela o perfil de quem empreende nessas áreas. No universo dos negócios digitais são os homens que lideram o ranking de quem mais investe na área. Eles são jovens, têm conhecimento e intimidade com o mundo digital e estão cientes de que inovar é exigência constante desse mercado.
Mas, qual é o perfil e áreas procuradas por esses empreendedores digitais, segundo a pesquisa?
- Homens na faixa dos 20 e 30 anos e com MBA;
- Vive no eixo sudeste-sul, com maior concentração em São Paulo e Rio Grande do Sul ;
- A maioria decidiu empreender como forma de fazer o que gosta, mas mantém vínculos empregatícios com outras empresas;
- Os dados indicam ainda que 75% dos empreendedores são homens de qualquer idade e 86% das iniciativas pertencem a membros das classes A e B;
- Entre as mulheres, os empreendimentos digitais ocorrem mais na classe C;
- As áreas mais procuradas para atuar são: mídias sociais, negócios de conteúdo e web mobile.
Outra característica desse segmento é que o ciclo de desenvolvimento dos negócios é bastante curto, saindo do papel para o mercado rapidamente. Atualmente, esses empreendedores não venderiam seus projetos. Porém, no futuro, essa pode ser a solução para adquirir dinheiro e experiência e, assim, poderem investir em novas ideias. Esses empreendedores lidam essencialmente com ideias inéditas, formatam a empresa, trabalham com ela durante um tempo, até estar financeiramente viável para vender. A maioria dos entrevistados não venderia suas empresas hoje, mas não descarta a possibilidade futuramente. Isso para poder financiar a próxima startup, como mais uma ideia inovadora e assim por adiante.
Se interessou pelo tema? Na reportagem você encontrará informações mais detalhadas sobre o perfil do empreendedor digital.
Veja outras dicas da seção #dasbancas





