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O exemplo da Netshoes e as oportunidades do e-commerce no Brasil

ecommerceAtualmente, há cerca de 43 milhões de compradores online no Brasil. Pouco mais de uma década atrás, esse número era de 2 milhões. O crescimento também reflete no faturamento. Do R$ 1 milhão de 2002, o país marcou R$ 22,5 milhões em 2012. Nesse contexto, muitos comércios eletrônicos souberam fazer a lição de casa e hoje servem de inspiração para quem almeja um espaço no e-commerce. A Netshoes de artigos esportivos é um bom exemplo. Saiba o porquê abaixo.

Uma reportagem na revista Exame desta semana aponta cinco motivos que fazem da Netshoes um belo exemplo de e-commerce nacional. Algumas razões estão ligadas ao simples fato da loja atender ao novo consumidor, outras são mais inovadoras. A saber:

1. Os consultores/atendentes são mais que vendedores, são especialistas separados por setor. Assim, atendem de forma personalizada o consumidor exigente;

2. A Netshoes inovou ao instalar em seu centro de distribuição um posto dos Correios, diminuindo a necessidade de movimentar os produtos em longas distâncias;

3. Serviço premium como entrega expressa mediante pagamento de taxa extra foi um dos pioneirismos da empresa;

4. A personalização da página inicial faz com que o usuário se sinta em casa, pois o sistema apresenta a home com as preferências do consumidor;

5. Produtos exclusivos fazem parte do portfólio da empresa.

Se você chegou até esse ponto do post, saiba que 45% da população brasileira (88,5 milhões) está na internet e ainda há uma infinidade de nichos e mercados a serem explorados no e-commerce nacional. Segundo o eBit, as categorias de produtos mais vendidos no Brasil em 2012 foram, por ordem: eletrodomésticos, saúde e beleza, moda e acessórios, livros e revistas, e informática.

#indico: Guia para quem quer começar um e-commerce

guiaDeEcommerceApadi_midiaria_05abril13Quem pensa em abrir um comércio eletrônico tem muito com o que se preocupar antes mesmo de colocar seu e-commerce no ar. Assim como a abertura de qualquer negócio, iniciar uma loja online requer planejamento, análise de mercado e público-alvo e controle das finanças. Esses requisitos e outros fundamentais estão no Guia de e-Commerce APADi, lançado recentemente pela Associação Paulista das Agências Digitais – APADi.

O Guia do e-Commerce está disponível gratuitamente no site da associação, que reuniu especialistas do setor para desenhar um material muito prático e didático. Feito em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de São Paulo – Sebrae-SP, traz dicas preciosas sobre planejamento, comunicação visual, gestão de conteúdo, operação e logística, serviços financeiros e marketing digital.

Logo no início, o guia apresenta um passo a passo do comércio eletrônico muito prático. Veja abaixo:

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Brasil on line: comScore divulga relatório com preferências dos brasileiros na web

comscore_trends2013_midiariaAs estatísticas sobre a internet e as mídias sociais no Brasil sempre chamam nossa atenção. O relatório mais recente da comScore divulgado neste mês traz uma atualização de números e o ranking das redes sociais mais acessadas, um panorama do e-commerce e tendências para os próximos meses.

Como sabemos, o Brasil é o país que mais acessa internet na América Latina e o sétimo no mundo. Os brasileiros gastam, em média, 27 horas por mês conectados na web. Dessas, 10 são dedicadas às mídias sociais.

E por falar em mídias sociais, o Facebook lidera a preferência dos brasileiros com 44 milhões de visitantes únicos, seguido por Orkut (12 milhões) e Twitter (9 milhões). O LinkedIn está em quinto lugar com 7,9 milhões de visitantes únicos, perdendo apenas para a Ask.com, com 8,4 milhões.

Com relação ao e-commerce nacional, Mercado Livre, Americanas.com e Walmart lideram o ranking do comércio eletrônico.

Já no que se refere a conteúdo, somos realmente apaixonados por vídeos. Na comparação 2012 e 2011, houve um crescimento de 18% no número de vídeos que cada brasileiro acessou, cerca de 129 por mês. E a plataforma mais usada para assistir esse tipo de conteúdo foi o Youtube.

O relatório traz ainda uma série de dados sobre publicidade on line e mercado brasileiro. Confira a íntegra no site da comScore.

 

#Infográfico: Pinterest, o futuro do e-commerce

Impressionante o crescimento! O Pinterest cresce a cada dia, e só nos USA já atingiu mais de 20 milhões de usuários únicos. E para discutirmos o número dessa rede social fantástica, apresentamos abaixo um infográfico criado pela Fast Company. A audiência continua sendo dominada por mulheres: 79%. Das 15 principais categorias do Pinterest, 80% são relacionadas com comércio. Isso explica o poder de venda dessa rede social. Os dispositivos móveis mais utilizados no acesso ao Pinterest são: Ipad (55%), Android (28%) e Iphone (17%).

O ticket médio de um usuário que compra produtos através de um link no Twitter é de US$ 68,79. No Facebook é de US$ 80,22. Já no Pinterest, as mulheres não economizam, sendo US$ 179,36 a média de gasto.

Olhe que impressionante! 80% das top 15 categorias do Pinterest já estão conectadas ao e-commerce. Algumas delas são: joias e acessórios; flores e presentes; fragrâncias e cosméticos; alimentação; livros; brinquedos, etc.

Qual a sua opinião referente a essa rede tão poderosa, que aliada ao e-commerce pode trazer grandes resultados para as empresas?

 

#dasbancas: vendas por assinatura no comércio eletrônico

Você já imaginou receber em sua casa a cada dois meses cuecas novas; trocar as flores da sala semanalmente ou mesmo repor o estoque de cervejas gourmet da sua geladeira todo mês? A modalidade de comércio eletrônico que trabalha com o sistema de vendas por assinatura é uma realidade e tem aumentado no Brasil.

Para o empreendedor, esse sistema é uma mão na roda pois ajuda a antecipar o faturamento, gerenciar o estoque e manter a fidelidade dos clientes.

A revista PME deste mês traz uma reportagem sobre como pequenos empresários estão se beneficiando desse tipo de comércio eletrônico por atender um nicho de mercado cada vez mais comum: o das pessoas exigentes e sem tempo de ir às compras.

Somente o shopping virtual AssinaMe conta com 60 empresas parceiras que já faturam, em média, R$ 1 milhão ao ano.

E qual é o perfil desse cliente?
Segundo especialistas ouvidos pela PME, consumidores/assinantes são aqueles que:

  • compram sempre: leia-se, mulheres com filhos que usam fraldas, donos de animais domésticos, etc;
  • não querem ter trabalho: pessoas que esquecem de datas especiais e homens sem disposição para comprar roupas;
  • precisam de ajuda para escolher: clientes que buscam cervejas e vinhos selecionados de acordo com seu perfil mas não sabem apontar marcas.

Vale ressaltar que mesmo vantajoso, o sistema de vendas por assinatura também tem os seus pontos de atenção:

  • o custo do frete – alguns consumidores chegam a pagar até R$ 15 para receberem seus produtos;
  • a logística terceirizada.

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#dasbancas: pesquisa aponta perfil do empreendedor digital

Nossa dica dessa semana é a reportagem Negócios Digitais da Revista Meu Próprio Negócio, edição especial – Lucre com E-commerce. A matéria aborda uma pesquisa encomendada pela RBS que aponta que os negócios em ascensão no mundo digital são os relacionados a conteúdo, social media, web mobile e e-commerce; e revela o perfil de quem empreende nessas áreas. No universo dos negócios digitais são os homens que lideram o ranking de quem mais investe na área. Eles são jovens, têm conhecimento e intimidade com o mundo digital e estão cientes de que inovar é exigência constante desse mercado.

Mas, qual é o perfil e áreas procuradas por esses empreendedores digitais, segundo a pesquisa?

  • Homens na faixa dos 20 e 30 anos e com MBA;
  • Vive no eixo sudeste-sul, com maior concentração em São Paulo e Rio Grande do Sul ;
  • A maioria decidiu empreender como forma de fazer o que gosta, mas mantém vínculos empregatícios com outras empresas;
  • Os dados indicam ainda que 75% dos empreendedores são homens de qualquer idade e 86% das iniciativas pertencem a membros das classes A e B;
  • Entre as mulheres, os empreendimentos digitais ocorrem mais na classe C;
  • As áreas mais procuradas para atuar são: mídias sociais, negócios de conteúdo e web mobile.

Outra característica desse segmento é que o ciclo de desenvolvimento dos negócios é bastante curto, saindo do papel para o mercado rapidamente. Atualmente, esses empreendedores não venderiam seus projetos. Porém, no futuro, essa pode ser a solução para adquirir dinheiro e experiência e, assim, poderem investir em novas ideias. Esses empreendedores lidam essencialmente com ideias inéditas, formatam a empresa, trabalham com ela durante um tempo, até estar financeiramente viável para vender. A maioria dos entrevistados não venderia suas empresas hoje, mas não descarta a possibilidade futuramente. Isso para poder financiar a próxima startup, como mais uma ideia inovadora e assim por adiante.

Se interessou pelo tema? Na reportagem você encontrará informações mais detalhadas sobre o perfil do empreendedor digital.

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Infográfico: a batalha dos smartphones nas compras

Há uma briga sendo disputada usuário-a-usuário pelo iPhone e os telefones com sistema Android no mundo todo. A consultoria de inteligência digital americana Monetate compilou os dados dessa competição e produziu um infográfico bem interessante.

O primeiro dado curioso é o aumento de tráfego web em smartphones no mundo, que cresceu 103% na comparação do segundo quadrimestre de 2012 com o mesmo período do ano passado.

Quando o assunto é o tipo de aparelho, o Android lidera o market share com 61%, seguido pelo iPhone, com 20,5%. No entanto, com relação ao crescimento de tráfego na web via smartphone, o aparelho da Apple sai na frente com 117% contra 85% do Android.

Além da aquisição online pelo smartphone, outros comportamentos dos usuários foram analisados com relação ao uso de dispositivos na hora das compras:

  • 37% tiram foto do produto;
  • 35% procuram por lojas;
  • 35% buscam produtos e preços;
  • 34% enviam fotos de produtos para redes sociais;
  • 33% procuram informações sobre produtos;
  • 33% enviam mensagens e telefonam para amigos e familiares;
  • 26% fazem compras.

Para os profissionais do marketing, as táticas mais usadas com relação aos dispositivos móveis registradas neste ano são:

  • Versão mobile para o site – 46%;
  • Aplicativos mobile – 45%;
  • Versões de e-mail marketing para mobile – 35%;
  • Campanhas usando SMS – 32%;
  • Ações focadas em geolocalização – 27%

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