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Conheça alguns pilares no entendimento da audiência do seu site
Você conhece a sua audiência? A grande sacada para entendê-la é saber efetivamente sobre seus usuários, e com isso ajudar na criação ou atualização do site, definição de layout e até cores.
No mundo do design, a importância das pesquisas de audiência vai muito além do número de visitantes. Esse tipo de pesquisa é essencial para obter dados que podem, por exemplo, ajudar em decisões de design. Iniciar pesquisas de audiência também permite mostrar a diferença entre conhecer e entender o seu público.
Abaixo, alguns dos pilares importantes para análise e entendimento da audiência:
I) Por que entender?
Entender significa que uma decisão pode ser tomada de forma consciente ou fazer algo para um determinado público-alvo. Fazer pesquisa para conhecer e entender o cliente é sempre um tempo bem gasto. Acredite!
II) Direcione conteúdo
A web está evoluindo rápido e os mercados são cada vez mais competitivos. Por isso, o direcionamento de conteúdo é vital. Usuários são exigentes na escolha de onde passarão seu tempo on-line, e isso é uma preocupação se eles forem consumidores e com dinheiro para gastar.
III) Conhecer x Entender
Algumas ferramentas especializadas, como Google Analytics e o plug-in para WordPress Jetpack oferecem um panorama da audiência, mas favorecem mais o conhecimento do que o entendimento. Com o Analytics é possível descobrir o idioma, localização, dispositivo, como chegaram a seu site, seus percursos e quanto tempo ficaram no seu espaço web.
IV) Estabeleça uma estrutura
Para que haja um aprofundamento são necessários métodos de pesquisa que melhor oferecem o nível de detalhamento. Depois é preciso obter informações extras por meio de dados, para encontrar “histórias”. De acordo com os objetivos, é possível categorizar a informação obtida da seguinte forma: básico, estilo de vida e mídia, por exemplo.
Conheça outros pilares na matéria “Entenda a sua audiência” da Revista W desse mês.
#indico: manual ensina psicologia das cores
“Cada cor pode produzir muitos efeitos, frequentemente contraditórios. Cada cor atua de modo diferente, dependendo da ocasião. O mesmo vermelho pode ter efeito erótico ou brutal, nobre ou vulgar”. A definição é de Eva Heller, socióloga, psicóloga, professora de Teoria da Comunicação e Psicologia da Cor e autora do livro “A Psicologia das Cores” (GG Brasil).
Para apontar o poder das cores sobre nossa emoção e razão, Eva fez um estudo com 2 mil pessoas e reuniu as respostas nessa obra de pouco mais de 300 páginas ilustradas e de conteúdo bem útil.
São 13 capítulos que exploram a habilidade que cada pigmento tem de provocar a sensualidade, a calma e a alegria – só para citar alguns exemplos.
Interessante para curiosos, o livro é um rico manual para profissionais das artes, designers e comunicação.
Confira outras dicas da seção #indico
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#infográfico: a psicologia das cores nos logos
Recentemente, fui questionado sobre o motivo de usarmos uma ovelha verde em nosso logo. Depois de explicar que a cor está relacionada à tecnologia e ao crescimento (leia mais sobre nosso conceito nesse post), percebi que as pessoas curiosas se perguntam sobre o porquê de certas cores estarem ligadas a marcas famosas.
Um infográfico da The Logo Company traz uma explicação breve do significado de cada cor e um exemplo aplicado em marcas conhecidas.
Vale lembrar que para chegar na escolha da cor há um processo de estudo muito detalhado, geralmente feito por bons designers.
As definições desse infográfico são fruto de estudos científicos que levaram anos para concluir a sensação que determinadas cores provocam nas pessoas. Divirta-se!
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#dasbancas: 50 erros que podem detonar o seu site
Às vezes nos perguntamos: qual é o caminho ideal para se ter um site de sucesso? Pensando nesse questionamento, que é de muitos desenvolvedores de websites e profissionais do marketing, nos deparamos com a matéria de capa da Revista W desse mês, que aborda os 50 erros mais cometidos e que podem acabar com o seu projeto.
Muitos são os elementos que necessitam de atenção na criação de um website, que vão desde o código à interface. É comum que alguns pontos sejam esquecidos e alguns problemas apareçam, o que pode afastar os preciosos visitantes do seu espaço na web. Além dos problemas, é claro, você confere a solução para cada um deles. Tudo está dividido em dez áreas: Planejamento, Design, Navegação e usabilidade; Velocidade e disponibilidade; Texto para web; Segurança; Desenvolvimento; Múltiplas plataformas; E-commerce; e Portfólio.
Eis alguns dos erros mais cometidos. Fora esses, na edição você poderá ter contato com os demais:
- Planejamento
- Falta de planejamento
Definir o planejamento pode parecer óbvio mas nem todo mundo executa todas as etapas. Em primeiro lugar, é importante pensar no usuário que verá no trabalho final suas necessidades e o que ele deseja da sua página. Uma boa pesquisa de público pode dizer muito sobre o perfil dos seus usuários em potencial. Use das mídias sociais para saber mais sobre o público-alvo, assim ficará mais fácil definir conteúdo, design e navegação do site.
- URL não combina
O endereço principal do site deve estar alinhado com a personalidade da sua marca. Deve passar uma mensagem e, ao mesmo tempo, ser atraente. O nome do seu domínio não pode ser tão genérico – que possa perder o foco, mas nem tão específico que se torne complicado ou trabalhoso para digitar.
- Design
- Layout pouco atraente
Há muitos sites com layouts básicos, sem nada de muito criativo ou atraente. Porém, outros não medem texturas, cores, ilustrações e tudo termina como um carnaval ao olhos o usuário. Há diversas formas de abordar a etapa de criação. Uma boa dica para se criar layouts sedutores é recorrer a Grids. Eles são perfeitos para se alinhar elementos na página e criar um fluxo lógico e agradável para o visitante.
- Cor errada
Há dois erros clássicos: criar uma interface abusando de uma só cor ou dezenas delas. É preciso estudar as cores e manter o equilíbrio para não exagerar na dose. O primeiro passo é conhecer o público. O azul é a cor mais segura porque agrada a homens e mulheres.
A tarefa parece difícil, mas se bem planejada será com certeza sucesso total no seu projeto. Consulte essa edição da Revista W e conheça as demais 46 dicas.
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Guinness QR Cup: design inovador e integração com as redes sociais
Em alguns bares dos EUA, ao pedir uma cerveja Guinness – cerveja irlandesa escura do tipo premium – o cliente recebe junto um copo especial.
Uma ação inovadora proposta pela cervejaria irlandesa traz a aplicação do QR Code que é revelado quando o copo está cheio, e detalhe, o código só é revelado se a cerveja for da marca Guinness! Quando é colocado alguma outra marca de cerveja ou outro tipo de bebida, o código não é mostrado completamente. O segredo é a cor característica da cerveja Guinness, a tonalidade preta da bebida ativa a visualização do QR Code.

Guinness QR Cup: copo de ação promocional da cervejaria Guinness em bares dos EUA. QR Code é ativado pelo produto.
Integração com as redes sociais: Foursquare, Facebook e Twitter
Ao fotografar o QR Code do copo com a câmera do celular, automaticamente é feito o check-in no Foursquare indicando o local onde o cliente está, uma atualização de status é feita no perfil do Facebook e também uma postagem é publicada no Twitter, além do download de arquivos com informações sobre a Guinness.
Tendência: uso de QR Code em produtos
Cada vez mais presente em projetos de design, o QR Code, além do uso em campanhas publicitárias e ações promocionais, vem conquistando seu espaço em produtos e embalagens. É uma excelente solução para incluir as informações necessárias sobre o produto, como manuais de instruções ou mesmo receitas em embalagens de alimentos que podem ser incluídas no QR Code e acessadas pelo consumidor ao fotografar o código, permitindo a criação de projetos de design clean, sobrando mais espaço para a criatividade.





