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A cerejinha do bolo pode ser o diferencial para o cliente

cereja345Tenha certeza que uma cerejinha pode mudar a forma como o consumidor defenderá sua marca e a indicará. Acredite nisso! Cada vez mais os consumidores estão exigindo qualidade e bom atendimento, e isso não deve ser o diferencial, e sim o trivial para com respeito por quem paga por um determinado produto/serviço.

Com o advindo da Classe C no Brasil, que já apresenta uma renda maior, as empresas estão tendo que se adaptar ao alto padrão de exigência desse público, para quem o atendimento é especialmente relevante. De forma geral, gostam de ser respeitados e valorizados!

Eu, como um passageiro frequente das aéreas brasileiras, gosto de comparar o serviço de cada uma, e vejo que cada vez mais o serviço vem degringolando. Somos “alimentados” com rosquinhas e amendoim em um voo que muitas vezes passa de 2 horas. Ficou com fome, tem que comprar lanche!

avianca122Apenas uma delas me chamou a atenção, a Avianca, que com certeza deve ter sacado a oportunidade e focou num serviço de qualidade e conforto para seus passageiros. Todas as poltronas do modelo A320 apresentam um televisor com programação de filmes, músicas e aplicativos. E o melhor, não passei fome no voo! Um lanche reforçado e refrigerante é servido a todos os passageiros a bordo. É uma pequena cerejinha do bolo, mas com certeza faz toda diferença. Acreditem!

Assista a entrevista de Renato Meirelles, do Instituto Data Popular,  que aborda um pouco do perfil desse consumidor que está cada vez mais exigente.


Uma coisa é fato, atenda bem para não ficar fora do jogo!

Empresas brasileiras falham ao oferecer experiência de consumo, aponta estudo

experienciaConsumo_oracle_midiaria_09abr13As empresas brasileiras têm apostado nos dispositivos móveis para atrair os consumidores que buscam por seus produtos. 59% delas investem em mobile no pré-venda. No entanto, a experiência de consumo pós-venda ainda é muito fraca, como aponta uma recente pesquisa da Oracle com 1.342 executivos seniores questionados no mundo. No Brasil, empresários calculam perdas de até 25% do faturamento por oferecerem má experiência aos clientes.

Das empresas brasileiras participantes da pesquisa realizada em fevereiro deste ano, 74% ainda estão planejando ações voltadas para a experiência de consumo em todos os momentos de interação com o cliente. Apenas 10% afirmaram ter programas bem definidos e implementados.

Mais de 70% dos executivos entrevistados entendem que os consumidores de hoje têm mais voz e poder que há três anos, assim como sabem que boas experiências com suas marcas transformam clientes em consumidores fiéis.

Para os próximos dois anos, 35% das empresas participantes do estudo integrarão todos os canais para atender as demandas dos consumidores; 30% vão apostar mais nos serviços de seus websites.

Quando questionadas sobre quais os maiores entraves para oferecer uma experiência de consumo adequada, as empresas culparam os processos internos (40%), infraestrutura e tecnologia (36%) e dificuldade em rastrear a performance do atendimento ao consumidor (26%).

Confira o estudo completo e os dados do Brasil no site da Oracle.

#indico: estudo aponta como indústria e varejo devem agir com novo consumidor

capgemini_estudo_gs1_midiaria_MAR13Acesso à internet, uso de smartphone e de mídias sociais estão crescendo mundialmente. Essas tecnologias permitem que, cada vez mais, as pessoas acessem informações quando e onde quiserem, principalmente quando consumindo um produto ou serviço. O grande desafio para indústria e varejo é fazer com que essas informações estejam disponíveis. Um estudo da consultoria Capgemini, em parceira com a GS1, organização global de padrões, e o Consumer Goods Forum auxilia nessa demanda.

Vale ler com muita cautela o estudo The Future of Standards in the Consumer Goods & Retail Industry: Cut costs and meet new consumer needs (“O Futuro dos Padrões na Indústria de Bens de Consumo & Varejo: Reduza os custos e atenda as necessidades dos novos consumidores”). Mais de 20 executivos de grandes indústrias e varejos do mundo foram entrevistados e assumiram a mudança de abordagem dos consumidores em relação às compras como a força dominante que moldará o setor na próxima década. A natureza das interações dos fabricantes e varejistas com os consumidores mudou drasticamente e continuará evoluindo.

Hoje, qualquer varejo precisa oferecer informações consistentes em todos os canais: na loja, online e móvel. Se o proprietário da marca ou o varejista não pode fornecer informações suficientes para “saciar” o apetite do consumidor, os consumidores irão recorrer a outras fontes, que podem ser falsas ou enganosas.

Uma pesquisa realizada pela GS1 do Reino Unido mostra que 91% dos códigos de barras lidos por celular não tinham ou forneciam descrições incorretas sobre o produto. A análise da Clavis Technologies mostra que estavam faltando informações essenciais em 67% dos produtos, tais como o nome da marca, ingredientes ou informações nutricionais nos principais sites de comércio eletrônico.

Outro ponto avaliado no estudo da Capgemini é como o varejo deve agir já que os consumidores também exigem eficiência no pós-compra de serviços, tais como notificações de recall de produtos, atualizações de informações em tempo real e ininterruptas e serviço de atendimento ao cliente.

Veja a íntegra do estudo da Capgemini no site da consultoria

Confira outras dicas da seção #indico

#dasbancas: oito novos comportamentos do consumidor

pequenasempresasNossa indicação dessa semana é a reportagem “Decifre seu público” da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios com a apresentação do resultado de um estudo realizado pela consultoria Future Concept Lab, que aponta oito novos comportamentos do consumidor e dá dicas de como cativá-los.  Abaixo, quatro dos oitos comportamentos que são indicados pela consultoria:

 

  • Cotidiano biográfico: o costume de registrar tudo o que marca o dia a dia e organizá-lo nas redes sociais faz com que as pessoas estoquem suas memórias e valorizem sua história. Elas transportam esse sentimento para a relação de consumo, valorizando a memória das empresas que gostam de compartilhar sua cultura e suas lembranças.
  • Consumo com sentido: em vez de seguir tendências universais, as pessoas preferem comprar coisas que tenham significado para sua vida e que combinem com sua personalidade. Assim a ideia por trás desses produtos e serviços será interpretada para que o cliente escolha, intuitivamente, se eles se encaixam em sua linguagem particular.
  • Paixão por compartilhar: as redes sociais avivaram a vontade das pessoas de compartilhar sua vida com os outros. Para entrar nessa sintonia, as empresas devem pensar em ações que permitam que seu público interaja e compartilhe, promovendo uma troca empática.
  • Rapidez marcante: o sucesso das compras coletivas é reflexo de outra tendência de comportamento dos consumidores: aproveitar serviços – relâmpago que ofereçam uma experiência intensa e instantânea.

Os outros quatro comportamentos indicados pela consultoria você pode conferir na edição de dezembro das Pequenas Empresas Grande Negócios. Boa Leitura!

Veja outras dicas da seção #dasbancas

 

Internet + móvel, smartphones dominados por mulheres e outras tendências para 2013

O que esperar do universo digital para 2013? Já é possível identificar algumas tendências web, como a internet cada vez mais móvel e o uso frequente de dispositivos pessoais nos ambientes corporativos. Quem mapeou esse cenário foi a equipe do ConsumerLab, da Ericsson.

O projeto entrevistou 100 mil indivíduos em mais de 40 países e 15 metrópoles. Os resultados estão compilados no relatório “10 Tendências quentes para 2013“.

Alguns highlights:

  • Mais de 50% dos usuários de tablets e 40% dos proprietários de smartphones estão animados com a possibilidade de usarem a nuvem para armazenarem suas informações e acessarem os mesmos aplicativos em múltiplos dispositivos;
  • Tablets e smartphones estão ganhando cada vez mais espaço, deixando os desktops para trás (veja gráfico incluindo o Brasil abaixo);

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  • Um total de 57% dos entrevistados já usa seu próprio dispositivo móvel no ambiente corporativo, inclusive para acessar informações do trabalho;
  • A confiança em comunidades da internet está aumentando em detrimento de comunicados oficiais e autoridades;
  • As mulheres estão dominando o mercado de smartphones: 97% trocam SMS, 77% recebem fotos, e 59% acessam as redes sociais pelo telefone;
  • 32% dos usuários de smartphones já fazem compras pela internet usando seus dispositivos;
  • 62% dos telespectadores acessam a internet enquanto assistem TV.

Confira o relatório completo com as 10 tendências no site do ConsumerLab.

Leia também:

Cidade brasileira integra lista das 25 sociedades mais conectadas do mundo

 

#infográfico: 10 maneiras de converter mais consumidores usando psicologia

Quando o assunto é aumentar a conversão de curiosos em consumidores e clientes, eis que surge a dúvida: como fazer isso? Um infográfico da Help Scout traz 10 maneiras de promover mais vendas por meio da psicologia.

Cada insight proposto é amparado por um estudo comportamental. Abaixo, alguns destaques:

  • Ajude seus consumidores a agirem!

Ofereça alguns agrados demonstrando como é fácil dar o primeiro passo para comprar seu produto ou serviço. Exemplo: ofereça desconto no primeiro mês ou primeira compra;

  • Segmente e reconheça seus consumidores.

A ideia é oferecer aos mais ativos um selo que marque como ele é especial. O Foursquare faz isso muito bem ao oferecer badges aos usuários.

  • Admitir as falhas faz bem.

Um estudo de compartamento mostra que as pessoas admiram mais as empresas que admitem seus erros e se desculpam em público. Essa atitude aproxima a marca do consumidor, fazendo com que ele não tenha medo de comprar de determinada empresa.

  • Entenda os 3 tipos de consumidores.

Segundo a neurociência usada na economia, há consumidores gastadores, medianos e pão-duros. Para esse último grupo, invista em campanhas que valorizem produtos vendidos em conjunto, por exemplo.

  • Defenda uma causa!

A psicologia afirma que as pessoas estão mais abertas a consumir de marcas que defendem causas nobres e dedicam parte de seus lucros à solidariedade. É como se o cliente estivesse fazendo o bem por meio da marca.

Confira outros destaques no infográfico abaixo. Veja nosso painel de infográficos no Pinterest.

Marcas de luxo estão migrando para o marketing digital, aponta estudo

Mais de 77% das marcas de luxo vão aumentar seus investimentos em marketing e comunicação online, segundo estudo realizado pela Martini Media entre julho e agosto desse ano.

A pesquisa foi feita com 400 agências que atendem grandes marcas como Tommy Hilfiger e tantas outras voltadas para os endinheirados. Segundo 48% dos profissionais do setor, seus clientes devem aumentar em, pelo menos, 10% seus esforços em campanhas e estratégias online.

Quando questionadas sobre a velocidade que as marcas de luxo estão migrando para a web, 43% das agências disseram que seus clientes estão acelerando o passo pois acreditam que a conversão em vendas é maior, seja no mundo online ou offline. Ou seja, um vídeo bem trabalhado na internet, por exemplo, pode levar mais consumidores às lojas e à efetivarem uma compra.

E por falar em vídeo, veja as estratégias mais usadas:

  • Vídeo (69%);
  • Mobile (68%);
  • Redes sociais (48%);
  • Busca (29%).

Outros dados curiosos:

85% das agências confirmam que marketing digital converte mais que TV, levando mais consumidores para o e-commerce;
44% dos profissionais de marketing apontam que o digital converte mais que TV ao guiar consumidores para lojas físicas;


O estudo completo pode ser visto nesse arquivo da Martini Media.

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