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Porque inovação e engajamento dependem da comunicação interna
A pergunta para a resposta-título desse post é: Por que algumas empresas não conseguem inovar ou engajar seus targets? Minha reflexão a seguir foi provocada por Martha Gabriel, profissional renomada que trabalha há anos com inovação em ambientes digitais.
Numa aula brilhante sobre como ambientes propícios produzem inovação e criatividade, Martha comentou que um dos problemas contemporâneos nas empresas é a falta de comunicação interna e de processos.
Pensemos: como posso fazer o consumidor entender minha comunicação se internamente nem todos sabem o que minha empresa realmente quer comunicar? No caso do varejo, por exemplo, como promover uma boa experiência de consumo se a loja física não “conversa” com a loja virtual e muito menos com os demais pontos de contato da marca? Essa falta de comunicação também ronda os departamentos de vendas e financeiros!
Processos travados e falta de compartilhamento de informação impedem que a mensagem flua entre as áreas de uma empresa, travando processos e atravancando a inovação. Pessoas informadas estão mais aptas a sugerir algo novo para o que precisa ser renovado.
A comunicação interna e o estabelecimento de processos bem definidos ajudam – e muito – a se promover a inovação e a mensagem que chega ao consumidor ou cliente. Um único discurso impacta muito mais no público-alvo e provoca o engajamento.
Minha sugestão: arrume a casa antes de sair por aí comunicando a sua mensagem. Muitas vezes essa arrumação acontece paralelamente ao contato com o mercado, mas não pode ser esquecida de maneira alguma. Caso contrário, sua empresa pode limar a inovação interna e o engajamento do seu target.
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Dúvidas sobre como implantar uma comunicação interna na sua empresa? Escreva pra gente!
Gestão de conflitos: 10 dicas para gerir conflitos entre a equipe
Hoje trago um tema com uma ligação voltada à harmonia de nossas equipes de profissionais de comunicação. Estamos lidando com pessoas altamente dinâmicas e que borbulham de grandes ideias. Mas, nem sempre, uma ideia pode agradar ao próximo, e a partir daí, surgem os conflitos.
Como os conflitos surgem? Os conflitos surgem de várias fontes, mas especialistas relacionam a questão a fatores como personalidade, relacionamentos pessoais e profissionais, diferenças culturais, ambiente de trabalho, demandas do mercado e concorrência. Como as empresas cada vez mais recorrem ao trabalho em equipe, as diferenças internas podem ocasionar atritos.
Nós, como gestores de projetos e equipes, precisamos nos atentar a esse fato, principalmente em relação aos efeitos causados que podem impactar diretamente na limitação da criatividade das pessoas envolvidas, qualidade no desenvolvimento e aplicação do projeto, evasão de equipe, entre outros.
De onde surgem os atritos?
Nem todos os conflitos que ocorrem em uma empresa são negativos, sem a devida gestão, o atrito entre colegas pode tornar-se contraproducente, divisionista ou até destrutivo. Entre as diversas fontes possíveis de problema, as mais comuns são:
- escassez de recursos;
- valores, objetivos e prioridades;
- indefinição das responsabilidades;
- mudança;
- desejo de sucesso.
Como gerir conflitos entre a equipe:
- Escute com atenção: saiba o que está na mente das pessoas, perguntando o que pensam e como se sentem;
- Separe as pessoas dos problemas: em vez de dizer “eu não posso apoiá-lo”, prefira “eu não sou favorável a essa solução”;
- Entenda os interesses: não se limite às demandas de uma pessoa, mas avalie os interesses por trás delas;
- Identifique emoções: não despreze os sentimentos e tente ser solidário. Mantenha suas emoções sob controle, a fim de garantir uma postura profissional;
- Busque os motivos: investigue as origens. Não aceite a primeira resposta que receber, pois as pessoas podem ter motivações ocultas;
- Fique aberto: mantenha sempre um canal de comunicação e fale da forma mais sincera e honesta possível;
- Comece devagar: deixe que as pessoas cheguem a acordos modestos. Quando começarem a concordar, as grandes questões virão logo;
- Procure opções: ache alternativas que agradem a todos. Ao trabalhar em conjunto, tente transformar a dinâmica da disputa em cooperação;
- Apresente os avanços: reveja os detalhes com todos os envolvidos e certifique-se de que estão de acordo;
- Defina um limite: se um conflito chega longe demais, pode ser necessário reorganizar o quadro de colaboradores.
Hora de observar a equipe e administrar possíveis conflitos. Um projeto de sucesso é composto de pessoas dedicadas em harmônia.
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Sintonizar ou não a rádio peão?
Onde começa o burburinho? Ninguém nunca sabe da onde surgiu; só o que sabemos é que está na rádio peão. É a rádio mais adorada por todos os funcionários de empresas. Mas será que a informação é confiável? Esse “veículo interno” é responsável por propagar fofocas ou notícias falsas, passando por todos os departamentos e criando insegurança no ambiente de trabalho. É importante nesse caso o colaborador verificar a veracidade da informação, e se é de fonte segura.
Especialistas da área de Recursos Humanos orientam que a melhor coisa a fazer é manter-se afastado desta rede paralela de comunicação, que na maioria das vezes mais confunde do que informa. O profissional precisa saber com quem e sobre o que conversar, evitando comentar coisas que não são de sua competência para que não seja alvo de fofocas.
Se a empresa que você trabalha costuma comunicar de forma oficial suas decisões, a melhor coisa é esperar a informação de credibilidade e não estimular o “disse-me-disse” no local de trabalho. Caso a empresa não possua essa política de comunicação interna, deve-se buscar essas informações com seu gestor imediato.
É do instinto humano interagir, conversar, comentar, concordar, desde que isso não interfira na imagem de outras pessoas da equipe e da própria empresa. Quando a organização não se pronuncia oficialmente, e no tempo certo, abre uma brecha para que surja um fluxo de informações não verdadeiras.
Diante de rumores internos, a empresa deve publicar imediatamente em seus canais de comunicação interna (intranet, murais e e-mails) informações oficiais, garantindo, assim, a transparência.
Esse é o grande desafio da comunicação interna: manter uma política de comunicação com as áreas de gestão de pessoas, comunicação corporativa e setores de alta gestão.
Compartilho o vídeo abaixo, uma reportagem que foi produzida sobre fofocas no ambiente de trabalho e quais são as opiniões e ações que algumas empresas já estão tomando.
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#indico: livro sobre as melhores práticas em comunicação interna
O grande desafio de qualquer empresa é estabelecer uma comunicação eficaz entre seus colaboradores, e a comunicação interna é a ferramenta estratégica que faz essa ponte com todas as áreas existentes. O ato de realizar comunicação interna não significa apenas enviar comunicados por e-mail e por mural, é realizar um trabalho que tem por objetivo deixar o clima organizacional o mais positivo possível. Os colaboradores precisam ser envolvidos para que sejam parte do negócio, gostem e defendam a empresa que trabalham.
Nossa dica dessa semana é o livro Por dentro da Comunicação Interna- tendências, reflexões e ferramentas, da editora Champagnat, de autoria de Charbelly Estrella, Ricardo Benevides e Ricardo Freitas; sendo ele dividido em duas partes:
Na primeira, o leitor tem à disposição uma análise de como os aspectos contemporâneos interferem no relacionamento com o público interno e que papéis são desempenhados pelos colaboradores nesse novo contexto. Ética, cultura organizacional e modelos de gestão também são destacados.
Já na segunda parte da publicação, são apresentados artigos com as melhores práticas das organizações, seja na promoção de eventos ou em abordagens sobre a interface da comunicação interna com o marketing e no auxílio à gestão de mudanças.
Um ambiente organizacional favorável é aquele onde se encontra abertura para expor suas ideias, com transparência e sem medo de represarias. A comunicação interna favorece esse diálogo e pode facilitar este processo de mão dupla – colaborador versus empresa e empresa versus colaborador. A importância da comunicação interna está nas possibilidades que ela oferece de estimular o diálogo e a troca de informações entre todos os níveis da pirâmide organizacional, na busca da qualidade das relações humanas. Para obter sucesso, os empresários devem, antes de qualquer coisa, posicionar suas atenções para as necessidades de comunicações de seus funcionários.
Ao longo dos anos, os desejos e as necessidades dos funcionários e das empresas mudaram, a comunicação ficou mais sofisticada para cumprir seu papel. As pessoas dentro das organizações já não são mais vistas como meros empregados, mas sim como uma importante fatia do sucesso empresarial. Foi-se o tempo em que o “jornalzinho interno” era o único instrumento de comunicação dentro das organizações, contendo algumas fotos dos aniversariantes do mês e notícias que na maioria das vezes não interessavam ao público-alvo.
Gostou da dica? Tenho certeza que é uma grande obra para você ter em mãos como uma aliada de informações para seu trabalho de comunicador.
Comunicação e a gestão de pessoas
No blog já abordamos vários assuntos relacionados a comunicação empresarial, marketing digital, design, entre outros. Hoje, apresento um tema de extrema importância que é de como o gestor deve se comunicar com a sua equipe.
A qualidade de uma equipe está relacionada à capacidade de comunicação, pois problemas de de compreensão podem gerar trabalho extra e consumir tempo desnecessário. Um bom líder sabe orientar e avaliar o grupo e solucionar conflitos.
Pausa para escutar
Saber ouvir é uma habilidade que adquirimos naturalmente, mas que sempre pode ser melhorada. O primeiro passo para se tornar um ouvinte melhor é “parar”. É preciso parar de falar, de tentar escutar mais de uma conversa ao mesmo tempo e de interromper o outro. Deixe a pessoa falar. Enquanto ela estiver falando, limite-se a responder cognitiva e emocionalmente, absorvendo o teor da informação e o tom, mas sem responder. Em seguida, faça perguntas para esclarecer o que for necessário. Só então emita sua opinião.
Como receber a mensagem
Tente ver as coisas do ponto de vista de quem fala e deixe que suas ações demonstrem isso. Confirme seu interesse por meio da linguagem corporal: olhe nos olhos do interlocutor e mantenha uma postura aberta, nunca ameaçadora. Deixe bem claro que presta atenção por meio de gestos como fechar a porta, não atender o telefone e interromper a tarefa na qual está trabalhando. Importante: prestar atenção na forma da mensagem e observar sinais de sarcasmo, cinismo com humor e a intenção do interlocutor. Vale lembrar que a comunicação é uma responsabilidade partilhada, e você deve fazer a sua parte para entender a mensagem.
Após ouvir o que o outro tem a dizer e esclarecer dúvidas, avalie se as informações são recentes, confiáveis, precisas e relevantes.
O Feedback é importante
Ed Koch, quando foi eleito prefeito de Nova York, andava pelas ruas perguntando às pessoas “como estou me saindo?” Não era apenas uma pergunta retórica. Koch ouvia tanto simpatizantes como detratores e prestava atenção às respostas porque o seu desempenho como prefeito dependia da opinião direta e honesta dos moradores da cidade.
Assista um trecho do filme “Liderando”, onde é abordado que um líder, quando precisa dar uma ordem dura, precisa ser o primeiro a dar o exemplo.
Você parou para pensar na importância da comunicação no processo de gestão de pessoas?
#indico: livro sobre estratégias da comunicação corporativa e reputação
A busca constante por temas ligados a comunicação corporativa me fez comprar o livro Comunicação Corporativa e Reputação, de Belmiro Ribeiro da Silva Neto, que hoje considero um grande material de consulta para entender como funciona a construção e proteção da imagem de uma corporação. O livro apresenta dezenas de casos práticos, com a abordagem de técnicas e estratégias de comunicação corporativa, função da administração que, de forma planejada, desenvolve ações para construção e defesa da imagem favorável das instituições públicas e privadas.
A comunicação corporativa é fundamental no relacionamento com todos os públicos com as quais a instituição se relaciona, desde os colaboradores até os mercados de capitais, passando por governos, mídia e entidades do Terceiro Setor. Além disso, é uma das funções vitais durante a gestão de situação de risco e de crises. Dicas e técnicas são apresentadas pela obra.
Também possui grande importância estratégica por sua forte associação com os processos de planejamento estratégico e de tomada de decisões gerenciais, e é considerada uma função essencial para transformar as empresas e sustentar sua vitalidade.
Outro tema abordado na obra é a propaganda corporativa, que tem entre suas principais funções relações com o marketing, a comunicação, a economia e a sociedade.
Falar com os colaboradores da empresa de forma correta e engajá-los nessa busca de objetivos comuns é a vontade de todas as empresas que acreditam na importância da comunicação interna, sendo que ela deve ser estratégica e não operacional, como é visto em algumas corporações. A comunicação interna deverá direcionar seus esforços para manter-se eficaz e estar atenta para os grandes desafios da função nos tempos atuais: engajamento dos funcionários, gerenciamento do excesso de informações, mensuração do ROI, e desenvolvimento e incentivo da comunicação de liderança, principal elemento para a formação da percepção dos empregados em relação à empresa.
Um outro assunto de grande atenção no livro, como se comunicar com os investidores, no caso de uma empresa de capital aberto. O capítulo aborda esse assunto tanto do ponto de vista do mapeamento de cenário do mercado de capitais brasileiro e seus agentes, quanto a forma e conteúdo. São apresentadas algumas noções básicas desse mercado como base para trabalhar a comunicação com investidores, levando em conta conteúdo, forma e meios.
O livro Comunicação Corporativa e Reputação é composto por 11 capítulos e conta com outros autores que apresentam os temas “comunicação e reputação corporativa”, “marca: a identidade do negócio”, “propaganda corporativa”, “comunicação interna”, “comunicação com os investidores”, “IPO e Comunicação com o Novo Mercado”, “comunicação com o Governo”, “responsabilidade e sensibilidade social”, “aspectos legais da comunicação corporativa”, “comunicação com a mídia-mídia training”, e “gestão e comunicação de risco e de crises”.
Já parou para pensar na importância da comunicação dentro de uma organização?



