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Quais são as marcas mais presentes nos lares brasileiros?
Hoje minha discussão será sobre as marcas mais presentes nos lares brasileiros. Você já parou para pensar nisso?
Uma pesquisa desenvolvida pela Kantar Worldpanel para bens não duráveis identificou as empresas e produtos que estão mais presentes nas casas do Brasil e em 31 países. As marcas que ganharam mais destaques nos lares brasileiros foram Coca-Cola, Ypê e Colgate. O ranking Brand Footprint avalia quatro categorias: bebidas, alimentos, saúde e beleza, e cuidados do lar, e mostra qual é a penetração dos fabricantes em cada mercado.
A medição do índice é realizada em uma unidade chamada Consumer Reach Point (CRP), que mensura quantas casas compram uma determinada marca e com qual frequência. Nas posições seguintes estão Omo, Tang, Antarctica, Qualy, Maggi, Soya e Nesquik. No ranking elaborado a partir dos resultados encontrados em todos os países participantes, a Coca-Cola se mantém na primeira colocação e Colgate fica em segundo. Na sequência aparecem Nescafé, Pepsi, LifeBuoy, Maggi, Pantene, Knorr, Lay´s e Dove.
E na sua casa, essas marcas estão presentes de forma frequente?
Seu maior ativo é sua marca pessoal
Você já parou para pensar que você é uma marca, e que por trás dela existem valores intrínsecos? O maior desafio de qualquer profissional é fazer com que essa “marca pessoal” cresça e ganhe grande desempenho perante as pessoas e influenciadores. Às vezes vemos esses profissionais brilhantes e parece que tudo dá certo na vida deles. Há uma grande facilidade para recebimento de convites de trabalhos ou ser lembrado para grandes projetos; sua ascensão parece não ter fim. Mas o que será que eles fazem?
Isso é chamado de “Personal Branding”, conceito em que qualquer pessoa pode administrar sua imagem, caracterizando um método que se utiliza de técnicas de comunicação e marketing, geralmente usadas para ligar a notoriedade de uma marca a uma pessoa. Com a chegada da Web 2.0, foi democratizado o acesso às técnicas de personal branding. De repente, todos os usuários tiveram nas mãos poderosas ferramentas de comunicação: blogs, páginas pessoais em redes sociais, vídeos, etc. Isso foi o bastante para reavivar o personal branding. Ele é particularmente adaptado aos funcionários e gerentes, que procuram emprego ou que estão em transição profissional, mas também, aos dirigentes que desejam capitalizar com seu sucesso ou carisma, para conquistar novos mercados ou reforçar a reputação da sua empresa.
Assista no vídeo abaixo uma entrevista com Arthur Bender, um dos maiores especialista de gestão de marcas do Brasil.
Nessa sexta-feira (12/04) faremos a indicação do livro do Arthur Bender, que aborda o tema personal branding com algumas referências. Enquanto aguarda, que tal refletir: você tem trabalhado sua marca pessoal de forma adequada?
#indico: ebook com conceitos importantes do branding para PMEs
Minha indicação dessa semana é o ebook gratuito “Planejamento Estratégico de Marketing” da Brandme, focando especificamente no capítulo “Gestão da Marca”. O material é voltado para pequenos e médios empresários, onde são apresentadas orientações para a construção de uma marca forte e que venda muito.
Uma marca é um ativo importante para o sucesso de qualquer empresa que pretende competir pelo tão disputado espaço no cérebro do consumidor, seja ele um indivíduo ou uma empresa. Para que ela cresça de forma saudável em um mundo digitalizado e convergente, com certeza, ela passará pelos mais complexos desafios de mercado.
E como funciona a arquitetura de marca? A arquitetura de marca, na prática, funciona como um tratado que determina a sinergia ou o relacionamento entre a “proposta de valor” da empresa para o mercado (formada pelas ofertas de produtos e serviços) e seus clientes. O resultado visível dessa sinergia ou relacionamento dá-se pela personificação da marca, ou seja, determina sua imagem, identidade e essência. As sensações de atração ou repulsa são respectivamente resultados do nível de previsibilidade ou surpresa que a empresa promove em seus clientes, parceiros e fornecedores. Quando esse tratado é quebrado, a frustração domina e pode-se até chegar no nível extremo de insatisfação.
Outra pergunta: como você percebe se sua marca é reconhecida (awareness)? Ocorre quando o público alvo da empresa a reconhece ou se lembra da marca de alguma forma não necessariamente clara ou articulada. Nesta fase, este reconhecimento é volátil, ou seja, tende a desaparecer do cérebro do público alvo depois de segundos, dando lugar a outras memórias geradas por estímulos mais recentes.
Muitas são as perguntas que estão em torno do branding. Convidamos você a acessar o capítulo do livro na íntegra e entender a fundo como funciona a gestão de pequenas e grandes marcas – clique aqui.
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#indico: manual ensina psicologia das cores
“Cada cor pode produzir muitos efeitos, frequentemente contraditórios. Cada cor atua de modo diferente, dependendo da ocasião. O mesmo vermelho pode ter efeito erótico ou brutal, nobre ou vulgar”. A definição é de Eva Heller, socióloga, psicóloga, professora de Teoria da Comunicação e Psicologia da Cor e autora do livro “A Psicologia das Cores” (GG Brasil).
Para apontar o poder das cores sobre nossa emoção e razão, Eva fez um estudo com 2 mil pessoas e reuniu as respostas nessa obra de pouco mais de 300 páginas ilustradas e de conteúdo bem útil.
São 13 capítulos que exploram a habilidade que cada pigmento tem de provocar a sensualidade, a calma e a alegria – só para citar alguns exemplos.
Interessante para curiosos, o livro é um rico manual para profissionais das artes, designers e comunicação.
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