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5 lições que o Daft Punk nos ensina sobre lançar um produto pela web

dftpunk_itunes_midiaria_21maio13Quer um exemplo de como é possível engajar pessoas pela web e fazê-las esperar ansiosas pelo lançamento do seu produto? A dupla francesa de música eletrônica Daft Punk planejou uma estratégia de mestre para lançar seu álbum “Random Access Memories”, o primeiro de estúdio depois de 8 anos e que começou a ser vendido às 0h desta quarta-feira, 21 de maio, pela internet. Abaixo, descrevo alguns passos de como os músicos movimentaram seu público nos últimos 75 dias.

Como forma de voltar à cena depois de um bom tempo afastado da mídia, o Daft Punk lançou em 2 de março um teaser de 15 segundos do que seria uma das faixas do novo álbum nos intervalos do programa de TV “Saturday Night Live”, nos EUA. Esta ação foi suficiente para que os fãs e curiosos buscassem mais informações na web sobre o Daft Punk.

Dias depois, um vídeo de 10 minutos no Youtube trazia a guitarra do músico Nile Rodgers, aguçando ainda mais os fãs. Praticamente um mês depois da primeira ação, o Daft Punk compartilhou na rede alguns gifs animados com Nile Rodgers e Pharrell Williams, convidados especiais da faixa “Get Lucky”. Na internet também começou a circular uma série de vídeos chamada “Os Colaboradores”, com depoimentos dos músicos sobre a incrível experiência de trabalhar com o Daft Punk. Assista abaixo.


A música “Get Lucky” foi lançada oficialmente no final de abril já com muito burburinho em torno do retorno da dupla francesa. Em 13 de maio, o Daft Punk disponibilizou a íntegra do álbum Random Access Memories no iTunes apenas para que seus fãs curtissem os novos sons. Ainda não era possível comprar o álbum, apenas fazer uma pré-reserva!

Na noite de ontem, 20 de maio, o iTunes já contabilizava mais de 220 avaliações positivas do álbum e dezenas de comentários de fãs elogiando a dupla francesa (imagem acima).

daftpunk_email_midiaria_21maio13Às 0h desta quarta, 21 de maio, um e-mail marketing (imagem ao lado) foi disparado para todos aqueles que ouviram o álbum na íntegra e já podiam comprá-lo por US$ 11,99.

O que podemos aprender com o Daft Punk:

1. Gere curiosidade: ações pequenas como lançar um breve vídeo ou imagem (teaser) na web podem movimentar o público em torno da sua marca;
2. Tenha frequência em suas ações antes de lançar o produto. Faça um planejamento de quais ferramentas serão usadas;
3. Compartilhe depoimentos de parceiros ou clientes. Isso gera credibilidade;
4. Deixe o cliente experimentar seu produto ou serviço. Que tal disponibilizar parte do que ele pode contratar na íntegra com você?
5. Faça um call to action! Um e-mail marketing bem feito, por exemplo, pode amarrar todas as ações.

Se você ficou curioso para saber que som é esse que o Daft Punk está lançando, assista ao vídeo abaixo.

Espero que tenha gostado. Eu já garanti o download do meu álbum.

#ficadica

O mapa estratégico para o sucesso do e-mail marketing

email_mktEsqueça o que você já ouviu de negativo sobre e-mail marketing. Essa ferramenta da comunicação tem sido marginalizada por consumidores, usuários de internet e até mesmo profissionais da área. Mas é possível fazer um bom uso desse canal.

E-mails com caráter comercial podem ser usados para atingir prospects, clientes ativos e clientes inativos. É preciso traçar um plano para ter o motivo, a ocasião e a forma de entrar na inbox do receptor. O mapa desse post foi desenhado pela equipe da Virtual Target, ferramenta de envio de e-mail marketing, e traz um panorama bem interessante e racional de como ter sucesso com as mensagens eletrônicas.

Aquisição, conversão, retenção, relacionamento e reativação são alguns dos objetivos do e-mail marketing. Dentro de cada um desses grupos ainda há motivos que podem ser revertidos em ações a serem feitas com os grupos prospects, clientes ativos e inativos.

Vale analisar o mapa e cruzar as ideias propostas com o seu negócio. Faça o exercício e o bom uso do seu próximo envio.

Veja outros posts sobre e-mail marketing.

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O big data na prática

bigdataToda vez que fazemos uma busca no Google, produzimos zilhões de informações que indicam à empresa nossa localização geográfica, hábitos de navegação, tempo de permanência nas páginas da web e muito mais, principalmente quando estamos logados numa conta do Google e usando o navegador Chrome. Essa abundância de dados que disponibilizamos na internet é o famoso big data. E muitas empresas já se beneficiam do nosso rastro na web.

A Amazon – maior e-commerce do mundo – já entendeu que o big data deve ser explorado em sua estratégia. Atualmente, a cada 100 pessoas que entram na loja virtual, duas efetivam uma compra. Desses 2% a empresa sabe o nome, endereço, hábitos de consumo, e-mail, cartão de crédito e outras informações preciosas que podem ser usadas em campanhas. O grande desafio da Amazon hoje é buscar entender os demais 98%.

veja_ed2321_13maio13_midiariaA revista “Veja” desta semana traz uma reportagem especial sobre o assunto e promove uma grande reflexão: não adianta termos zilhões de dados à disposição se não sabemos analisá-los. E para isso entram em cena os algoritmos, sequências de instruções/programações a partir de ações que temos na internet (leia-se clique).

Já existem no mercado corretoras de dados, como a Acxiom, no Arkansas, que analisam as informações que deixamos na rede e as vendem agregadas à inteligência de mercado.

De um lado, temos pais de primeira viagem que abrem uma página para seus bebês no Facebook já distribuindo milhares de informações sobre a família na rede mundial, por exemplo. De outro, há iniciativas de estudiosos que analizam esses dados e conseguem desenhar um panorama das sociedades e até mesmo fazer previsões sobre o comportamento humano para os próximos anos.

Nossos cliques, a análise das corretoras de dados e o crescente uso de plataformas digitais mais inteligentes apontam que o big data veio para ficar. Cabe aos profissionais da comunicação, em parceria com estatísticos, fazer bom uso desse mar de dados.

Você sabe se vender em 6 segundos? Veja algumas ideias para usar o novo Vine

vine_compartilharQuão criativo você pode ser em seis segundos? Seria capaz de “vender seu peixe” nesse curto espaço de tempo? Antes de responder “não” para essas perguntas, pense bem. Uma nova mídia social vem despontando no universo digital e você precisa se preparar para usá-la… para o bem do seu negócio e da sua marca.

Em 2006, o Twitter revolucionou a blogosfera com seus 140 caracteres, mudando a maneira como compartilhávamos conteúdo. Era preciso ser objetivo, fun e criativo. Sete anos depois, mais precisamente em janeiro de 2013, o mesmo Twitter lançou o Vine, uma plataforma de compartilhamento de vídeos de no máximo seis segundos (saiba mais sobre ele aqui). Desde então, o Vine vem crescendo em diversos países e atraindo a atenção dos usuários, principalmente os jovens. Há dois meses, o aplicativo (disponível apenas em IOS) figura no topo dos apps mais baixados na Apple Store.

Não acredito que o Vine vá substituir o Youtube. Longe disso. Mas o aplicativo de simples uso já atende uma demanda de jovens entediados com mídias como Facebook, Google+, Pinterest e o próprio Twitter. Uma pesquisa da Piper Jaffray aponta que o interesse dos adolescentes americanos por essas plataformas está mudando. E essa é a tendência para o resto do mundo. Não é preciso analisar muito para ver que os jovens gostam de informações cada vez mais rápidas. E o Vine atende essa demanda.

De volta ao meu questionamento inicial, as marcas e negócios podem, ao meu ver, se beneficiar de plataformas como o Vine para divulgar seus produtos, trabalhar seu branding e engajar as pessoas.

Os programadores do Vine estão melhorando o aplicativo a cada dia: já incluíram a possibilidade de mencionar outros usuários durante um post, escolher se quer usar a câmera frontal o traseira do celular, e incorporar os microvídeos num site ou blog. Esse último é perfeito para as marcas!

Algumas empresas já estão fazendo uso do Vine para engajar seu público. A esportiva Rawling, em parceria com a Major League Baseball, fez um vídeo demonstrando o que há dentro da bolinha de beisebol. A emissora CBS também está usando o Vine para promover microvídeos de seus repórteres nas situações mais diversas.

Algumas ideias

Que tal fazer uma rápida demonstração de seu produto com a câmera do celular e depois incorporar o resultado na página de descrição? Se for dono de uma pousada, um filme de seis segundos apresentando os quartos pode ganhar o próximo hóspede. Junte sua equipe e dê um “olá” para o internauta que visita seu website. Enfim, há uma infinidade de oportunidades com o Vine. Basta ser criativo. E rápido!

#indico: 20 maneiras de dar um upgrade nas suas mídias sociais

Quem trabalha com mídias sociais sabe como é desafiador lembrar de pequenos detalhes ao atualizar diferentes perfis e contas. Muitas vezes esquecemos de detalhes importantes como palavras que mais engajam as pessoas e melhores horários de postagem. Dan Zarrella, do Hubspot, reuniu 20 dicas para ajudar o profissional de social media.

Nesse guia rápido (somente em inglês), Zarrella compartilha informações com base em pesquisas e estudos do próprio Hubspot sobre Twitter, Facebook, Instagram e outras mídias.

Alguns destaques:

  • Para profissionais preocupados com o personal branding, colocar os termos “fundador”, “especialista”, “expert” e outros do gênero nas bios pode atrair mais seguidores ou fãs;
  • Segundo estudos do Hubspot, colocar um link depois de 25% dos caracteres de um tweet aumenta razoavelmente a taxa de cliques;
  • Por falar em Twitter, perfis que postam de 60% a 80% de tweets com links são mais retuitados;
  • Pode parecer insistência, mas usar hashtags no Instagram faz toda a diferença!

Confira as demais dicas na apresentação abaixo.

 

Confira outras dicas da seção #indico

 

 

O que é netiqueta e porque se importar com isso

netiqueta_29043_midiariaTemos falado bastante sobre personal branding aqui no blog e recentemente me deparei com um termo antigo no meio digital, mas muitas vezes esquecido no dia a dia. Trata-se da netiqueta, ou etiqueta na internet, que pode afetar a imagem de um profissional positiva ou negativamente. Abaixo, compartilho algumas reflexões sobre o tema.

O conjunto de boas maneiras na internet é importante pois protege a reputação digital do usuário. Nunca foi tão importante cuidar da própria imagem na web como agora, quando se fala de empreendedorismo digital e geração de oportunidades nos meios eletrônicos. Em poucas linhas: saber se comportar na web pode, sim, aumentar sua relevância, construir ou manter laços fortes com pessoas estratégicas.

No final da década de 90 a netiqueta tratava de um conjunto de dicas hoje consideradas básicas, como não enviar um e-mail sem assunto, não exagerar no uso das letras maiúsculas, não escorregar no Português, etc.

Atualmente, mais do que tratar da linguagem, a netiqueta tem a ver com o tipo de conteúdo que se compartilha nas mídias sociais e a frequência com que ideias são expostas na web (leia-se spam!). Ninguém gosta de ter sua timeline no Facebook recheada de conteúdo desinteressante ou inapropriado.

Por falar em mídias sociais, considero os filtros do Facebook e os círculos do Google+ formas de se praticar a netiqueta. Nada nos impede de postar piadas, imagens de bebês com frases engraçadas e desabafos nessas mídias, desde que elas sejam vistas pelos grupos que vão entender a mensagem. Você não gostaria de perder uma boa oferta de emprego porque postou uma gracinha no LinkedIn, certo?

Se você ficou curioso em saber o básico da netiqueta, recomendo ler sobre o tema no Wikipedia.

Lembre-se: toda vez que você pressiona o botão enviar ou publicar, está deixando mais uma digital na web. Pense nisso!

#Infográfico: as 25 marcas que mais engajam no Twitter

Nestivity_TOP25brands_infograficoMais de 70% dos consumidores que seguem as maiores marcas nas redes sociais ficam sem resposta, aponta uma pesquisa de dezembro de 2012 da Acquity Group, dos Estados Unidos. A partir desse cenário, a startup Nestivity analisou as marcas que mais interagem com seus seguidores no Twitter. O estudo com as cem marcas que mais geram engajamento rendeu um infográfico bem bacana.

Uma das constatações da Nestivity é que marcas com mais de um milhão de seguidores, como @JetBlue, @AmericanExpress e @WholeFoods, não respondem ou interagem com seus públicos. O que nos leva a crer que mais do que quantidade, é importante se comunicar com sua audiência, seja ela do tamanho que for.

 
Os perfis @Notebook, @Disneywords, @ESPN, @PlayStation e @Disney formam o TOP 5, respectivamente, como as marcas que mais se comunicam com seus seguidores. Como essas marcas chegaram lá? Elas encontraram a frequência certa de postagens, a linguagem adequada para se comunicar e o primordial: respondem os seguidores!

Outras dicas interessantes colhidas pelo estudo da Nestivity:

  • Os tweets postados às quartas-feiras foram os mais compartilhados nessa mídia;
  • 78% do conteúdo compartilhado no Twitter está atrelado à imagem e 18% a vídeo.

Minha dica: avalie os perfis que mais se aproximam do seu negócio e estude como eles usam o Twitter. A lição de casa pode render um upgrade no seu perfil.

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