Arquivos Mensais:junho 2012

#video: reflexão sobre comportamento e consumo ao longo dos anos

#indico: e-book sobre estratégias de web móvel para pequenas empresas

O grande desafio das pequenas empresas é montar um plano de marketing baseado em um orçamento limitado, e que não pode ter erro. E essa é a indicação dessa semana: um e-book que serve como um guia e oferece um enorme potencial para as pequenas empresas com foco na Web Móvel.

A internet móvel é muito diferente da Web “desktop” normal, mesmo que seja acessado a partir do seu navegador web. Algumas pessoas acessam sites de seus telefones móveis, mas esta experiência tende a ser frustrante. A maioria dos sites não foram projetados para serem usados em um dispositivo com uma tela pequena, menor teclado e sem mouse.  E por esta razão as empresas que querem atrair os usuários móveis muitas vezes criam uma versão mobile de seu site.

A internet móvel possui dois focos de destaque: entretenimento e utilitário. Os sites de entretenimento são ótimos para quando as pessoas querem “matar o tempo”. Talvez esse usuário esteja no metrô, na espera da consulta médica, na espera de apanhar a criança na escola, etc. Estas pausas são perfeitas para uma rápida navegação do seu site favorito. Mais ainda popular do que de entretenimento são os sites móveis úteis, que foram criados para resolver problemas das pessoas. Um exemplo são bancos que oferecem serviços e aplicativos para pagar contas e fazer transferência de fundos.

É a hora de você, pequeno empresário, começar a estruturar seu site para essa nova era, onde os dispositivos móveis ganham a massa popular.

Para acesso ao material – clique aqui 

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Pesquisa retrata dificuldade vs. efetividade de canais de marketing

Escolher o canal de comunicação mais adequado é um dos primeiros passos para uma estratégia de marketing bem sucedida. Pensando nisso, a consultoria Marketing Sherpa fez uma enquete com 1.915 profissionais da área no início deste ano para saber o grau de dificuldade e efetividade de alguns canais.

Entre as opções estavam desde as feiras de negócio e folders enviados pelos Correios até ações em redes sociais e webinars.

Um dos resultados mais surpreendentes da pesquisa é que apenas um quarto dos respondentes demonstrou maturidade para tratar a mesma mensagem em múltiplos canais de forma planejada.

Outro destaque é o fato de uma tática de difícil planejamento, como SEO e e-mail marketing, manter um alto grau de efetividade.

Com relação às ações off-line, as feiras de negócio também performam bem, mesmo sendo difíceis de serem executadas.

De forma geral, as táticas online têm ganho mais espaço por apresentarem resultados mais rápidos e baixo custo em relação às demais.

De qualquer maneira, independentemente dos canais escolhidos, a conversão é mais provável quando a atuação é feita onde o público-alvo está e uma única mensagem é passada em múltiplos canais.

Agora são elas! Qual o potencial e o que querem as mulheres da classe C

A mulher  vem intensificando cada vez mais sua participação no mercado de trabalho e aumento do poder de compra. Estes pontos descrevem o perfil da mulher da classe C, que em 2036 compartilhará igualmente com os homens as despesas domésticas, segundo o Data Popular. Essa projeção está ligada ao crescimento de renda feminino da chamada nova classe média brasileira nos últimos cinco anos. Enquanto as mulheres registram uma elevação de 25,6% no período, os homens apresentaram uma expansão de apenas 15,1%.

De forma geral, juntas, as mulheres brasileiras deram um salto na sua renda, que passou de R$ 519,3 bilhões para R$ 679,5 bilhões, um aumento de 30,8%. No mesmo período, os homens elevaram os seus ganhos em apenas 22,7%, saindo de R$ 869,3 bilhões para R$ 1.065 trilhão. Apesar das diferenças salariais entre os gêneros ainda serem altas, na nova classe média esta barreira vem se estreitando, com a aproximação entre o valor das rendas feminina e masculina.

O que esse tipo de consumidor deseja?

O poder de consumo da classe C vem aumentando muito, onde a maior protagonista é a mulher, que passou a investir mais em educação e na sua aparência.

O consumo de produtos de beleza foi outro fator importante na construção do perfil da consumidora. Os gastos com cosméticos e derivados, de 2002 a 2010, passaram de R$ 6 bilhões para R$ 19,7 bilhões entre as compradoras da classe C, ao passo que as do topo da pirâmide aumentaram seu consumo de R$ 12,2 bilhões para R$ 15,8 bilhões. Da classe feminina, 70% acreditam que quem cuida da aparência tem mais chances de sucesso, tanto que 66% delas buscam consumir refeições mais saudáveis e balanceadas e 39% desejam emagrecer.

Segundo o estudo do Data Popular, de 2002 a 2010, as mulheres da classe C passaram de 56,3% para 66,4% das universitárias . As camadas A e B, entretanto, caíram de 13,2% para 5,6% e de 24,9% para 17,8%, respectivamente. Hoje, a classe C feminina representa 60% do mercado de trabalho e 70% delas são responsáveis pelas compras domésticas, sendo que 71% das entrevistadas afirmam que planejam antes de comprar.

Percebeu o potencial desse mercado? Agora são elas!

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Social commerce é vitamina para varejo online das pequenas empresas

Um recente estudo da E-Consulting aponta que as redes sociais contribuitrão positivamente no comércio eletrônico do pequeno varejista. O chamado social commerce fará com que nos próximos três anos as pequenas empresas cresçam a uma taxa de 15%.

Para se ter uma ideia, o volume de transações online deve totalizar R$ 34,4 bilhões em 2012 (incluindo sites de leilão e compras coletivas); e em 2013 deve chegar a R$ 39 bilhões.

A internet móvel, ainda segundo a E-Consulting, também será motor para que as pequenas empresas ganhem mercado. A invasão dos smartphones promoverá o social commerce, fazendo com que o consumidor pesquise a opinião de alheia nas redes sociais em busca de dicas de onde comprar determinado produto.

Dos entrevistados para o estudo, 48% afirmaram que fazem pelo menos uma compra por mês por intermédio de links em redes sociais ou pelos sites de compras coletivas.

Com relação à contribuição no social commerce, 34% disseram escrever um comentário nas redes sociais sobre um produto que comprou online.

A personalização de lojas no Facebook e ferramentas de e-commerce, como o Tanlup, reforçam a tendência apontada pela consultoria.

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História do comércio eletrônico em infográfico

Infográfico: fatos e previsões do mercado móvel em 2012

O mercado de dispositivos móveis cresce ano a ano, o que possibilita uma briga equilibrada entre o uso de celulares e computadores. Como apresentado abaixo, o site Giffgaff criou um infográfico que indica alguns  fatos e previsões mais relevantes sobre esse mercado em 2012.

Quando falamos nos eventos esportivos, exemplo as Olimpíadas, é esperado um grande aumento na publicidade móvel e no segmento de jogos, influenciados pelo evento. A sincronia de jogos e redes sociais será uma importante parcela desse crescimento.

A venda de smartphones vai superar a venda de computadores e em breve o sistema Linux irá ultrapassar o Windows em dispositivos móveis. A comunicação colaborativa será conduzida pela nuvem móvel e esse será o ano do processador Quad-core. Além disso, o acesso a televisão móvel deve atingir 150 milhões de usuários.

Podemos destacar que entre os fatos mais importantes que acontecerão está o crescimento de 95% das vendas de smartphones, sendo que dos 4 bilhões de celulares no mundo, mais de 1 bilhão são smartphones. Em relação aos hábitos dos usuários, 60% dormem com seus dispositivos e 38% utilizam internet móvel.

 

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#dasbancas: o networking na construção da rede de contatos

Nossa dica dessa semana é a reportagem de capa da revista Exame PME, que aborda o tema networking – técnica de criar, desenvolver e manter uma rede de contatos informais, buscando criar condições para a satisfação de interesses mútuos, onde os participantes se mantêm em contato e buscam usar os recursos (essencialmente informações ou a possibilidade de uma indicação ou apresentação) uns dos outros no momento da necessidade.

O americano Ivan Misner, fundador do BNI, notou que a maioria dos empreendedores tem dificuldade para formar uma rede de contatos. Muitos não sabem por onde começar ou ficam constrangidos ao abordar um desconhecido num coquetel ou no intervalo de um seminário. Os que vencem a timidez geralmente não sabem muito bem o que dizer. E, entre os poucos que causam uma boa impressão, uma minoria consegue transformá-la num relacionamento que resulte em negócios.

Misner desenvolveu um método em que se pratica o mandamento número um do networking: dar para receber. Ao final de cada reunião, os empreendedores devem dar satisfação do que fizeram em prol do grupo durante a semana. “Espera-se que cada participante tenha, no mínimo, uma contribuição. Pode ser, por exemplo, uma indicação que um colega pediu no encontro passado. De acordo com Misner, em 2011 esses deveres de casa ajudaram os membros do BNI a fechar negócios de US$ 3 bilhões em todo mundo com base em 6,8 milhões de indicações.

Nessa edição da PME você encontrará cases que mostram como cultivar relacionamentos essenciais para uma pequena ou média empresa competir num mundo em que tudo e todos estão cada vez mais interligados. Leia e compartilhe!

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